Friday, August 17, 2012

Workshop de Butoh


com
 Sven Wu Wei 

 Agosto 27 a 1 de Setembro
  das  15h às 19h




 Inscrições: até o 10 de Agosto:  70 euros
Mínimo: 8 pessoas, máximo 20
Enviar mail para: la.marmita.prod@gmail.com/ 91-750-89-51 


Sven Wu Wei, performer e terapeuta, tem desenvolvido, através das suas performances, um caminho poético no sentido do auto-conhecimento, e da consciência ética. As suas performances, baseiam-se em ideias conceptuais e na improvisação íntegra do gesto.

Pontos de aprofundamento: A respiração do Ser na sua Intimidade e Silêncio

* Através da Intimidade desmascaramo-nos infinitamente e damo-nos
incondicionalmente.
* Com o Silêncio a energia flui de dentro para fora, transportada pelo corpo onde ele fala e cala, pela integridade de cada gesto. Através de várias técnicas de comunicação com o nosso corpo, aprendemos, não como mover, mas a ser movidos. O corpo é um receptáculo de tempo e espaço multidimensional. Através de uma exploração até às memórias colectivas do nosso passado, podemos encontrar uma fonte de recursos abundantes, enriquecendo a essência da nossa vida através da expansão da nossa consciência. Este mecanismo ajuda a activar as memórias recalcadas, direcionando a energia para o nosso verdadeiro Ser. A ressonância corporal é a chave para abrir o mundo em constante mudança, dentro e fora de nós.

O performer e terapeuta Sven Wu Wei, ajuda o corpo a abrir portas secretas, a extrair a essência dos participantes, segurando-a até que ela brilhe e vibre. Para o desenvolvimento da auto-percepção, ele usa o relaxamento de forma a obter um maior nível de concentração e é activada a energia potencial dentro de nós, combinando o imaginário e funções do corpo na sua máxima tridimensionalidade.

• O relaxamento deixa a energia fluir na sua tensão necessária;
• A concentração recolhe o poder do nosso centro, uma vontade que
sintoniza o corpo e a frequência da ressonância;
• A imaginação combina diferentes elementos: um veículo que percorre momentos secretos do nosso inconsciente. Trabalharemos conscientemente em relação a estes objectivos até chegarmos ao automatismo do movimento. 

De forma geral, o relaxamento, a respiração e a vibração despoleta metafisicamente tensões acumuladas no nosso corpo libertando a consciência.
Ser suave/rígido, rápido/lento, tenso/relaxado, vivido/maçante, húmido/seco, orgânico/inorgânico, jovem/ velho, masculino/feminino, vivo/morto... por tudo isto usamos o Butoh. Não pensando em suceder. Simplesmente tentar. Tentar ser. Aceitar a montanha e o vale.

Disciplina na espontaneidade e espontaneidade na disciplina.



Thursday, August 16, 2012

Dança e Música


COLABORAÇÃO ARTÍSTICA 
 PROJECTO DE MÚSICA E DANÇA: UMA SOPRA OUTRA MEXE

© Rúben Freitas

Esta é uma apresentação informal trabalhada a partir da improvisação, que se desenvolve através de um estado comum - a escuta.
Neste estado temos um ímpeto constante entre pontos e linhas, entre o que está dentro e o que está fora e que se manifesta sobre a forma de som e movimento.

Criação e Interpretação:  Ana Irene Rodrigues; Sara Anjo
Música: Ana Irene Rodrigues
Desenhos:  Sara Anjo
Assistência de criação: Gilberto Bernardes; Sophie Leso; Henk van Twillert
Figurinos:  Ana Irene Rodrigues; Sara Anjo

Bordadeiras:  Maria José Melim; Virgínia Vasconcelos
Agradecimentos:  Filipe Ferraz; Carlos Soares; Vanessa Fernandes;
Forte de S. Tiago, Museu de Arte Contemporânea

Apoios: 

Escola Superior de Dança/Instituto Politécnico de Lisboa
Companhia Instável
Direcção Regional da Juventude
Escola Superior de Dança/Instituto Politécnico de Lisboa
Fundação GDA/ Espaço Cultura Ponto Zero às Artes
La Marmita







Wednesday, August 01, 2012

Dança: João Costa Espinho

Agosto: Sexta 10 e Sábado 11 às 19h




Friday, July 20, 2012

AND AR- Co criação cénica

Apresentações: 27 Julho, 21h30 e 29 Julho, 19h00




AND AR

co criação cénica
Ana D’Andrea   Movimento
César Estrela   Espaço e Escultura
Tilike Coelho   Som

Colaboradores
Luís Miguel Sousa   
 Cátia da Silva   Luz
Ana Maria Fernandes   Confecção de Figurinos



De andar a andar, andar é imprevisível e consequente. Andar é um espaço onde andar fecha olhares de um tempo e abre olhares para outro tempo.
Entre um andar e outro impõe-se um abismo. Continua-se a andar sem questionar os abismos que o fixam, o fecham ou o estendem, mesmo quando por instantes se firma a percepção de fragmentos de outro andar. À semelhança de um trovão, a viagem entre um andar e outro é curta no tempo, vasta no espaço, inconstante no percurso. (César Estrela)

AND AR. Linguagem híbrida. Aliados, o gesto corporal, o gesto cenográfico e o gesto sonoro-musical engendram jogo, sentidos, fluxo dramatúrgico, cena.
Comutação entre a dimensão quotidiana e o sonho.

Nosso percurso conjunto teve início em 2010, na pedreira de ardósia da Fábrica de Lousas de Valongo, constituindo-se, desde então, como um processo de pesquisa de matérias cénicas, a partir da escuta sensível e da imersão corpóreo-onírica em espaços ermos. A primeira experiência laboratorial-cénica realizada culminou com a apresentação do trabalho, Preâmbulo da Floresta, veículo de partilha com um público que desejamos que se tornasse íntimo dessa experiência e vivência. Deste primeiro diálogo obtivemos importantes coordenadas para o trabalho que temos vindo a desenvolver.



Bilhetes: crianças e grupos de 10 pessoas – 5Euros, público em geral – 7Euros
Reservas e Informações: la.marmita.prod@gmail.com




Wednesday, July 18, 2012

Ementa do Dia



 Ementa do Dia é um evento performativo que convida o público a degustar um leque variado de “pratos” de teatro físico.
No mês de Julho, aos sábados, no espaço La Marmita das 17h00 às 20h00.
Neste horário o público pode entrar e sair as vezes que quiser, pode escolher uma ou várias cenas performativas e /ou uma fatia de bolo, um copo de vinho, tomar um chá e até trocar ideias e opiniões com os artistas – intérpretes.

Á entrada o público é convidado a tornar-se sócio do Espaço La Marmita, durante 3 horas, mediante a contribuição de 2 € e a usufruir da Ementa do Dia.

As cenas representadas são cobradas à pessoa que as escolhe e solicita. Por exemplo, se uma pessoa deseja assistir à cena x, só ela paga, os outros espectadores presentes podem assistir gratuitamente. Não é obrigatório o público escolher cenas, poderá apenas, se assim o desejar, tomar um chá, conhecer o espaço, conversar com os participantes, etc…

Ementa do Dia não é um espectáculo formal.
As cenas performativas desta ementa artística têm uma duração de 5 a 15 minutos.
O número, aproximadamente de 20 pratos, varia, durante o mês de Junho a ementa é composta por estudos, sketches, cenas de espectáculos de reportório, e performances.
Esta Ementa do Dia é um work in progress – onde pretendemos adicionar pratos- performances de outros criadores.




Thursday, July 05, 2012

MAP/P: Performance com António Onio




METER O DEDO NA FERIDA

SÁBADO 07 ÀS 19H






O METER O DEDO NA FERIDA é um grupo recente que se formou no centro da baixa do Porto e que visa trazer um carácter intervenccionista na cidade. Somos jovens e queremos mudar o Mundo, localidade a localidade. Liderado por mim, o METER O DEDO NA FERIDA desdobra-se em acções, performances e intervenções onde a transdisciplinariedade é uma constante e o dialogo e confronto entre diferentes partes e posições de poder na esfera social do Porto.

Sentimos que a misoginia existe livremente no Porto, tanto que é uma palavra que ninguém sabe o que quer dizer. A mulher é o objecto sagrado, o objecto reprimido, e isto são questões que se encontram em todas as gerações, e em ambos os sexos. É socialmente aceite que a mulher não tenha tantos direitos, não seja tão respeitada, não por nenhuma razão específica, somente pelo facto de as chamar-mos frágeis e fracas. Exigimos uma certa concepção de beleza , a qual todas as mulheres tem de seguir. É inadmissível que uma mulher não se depile, é fundamental a mulher ter vergonha da sua sexualidade, é compreensível que a mulher ganhe menos que o homem. Enquanto que o homem vive numa prisão de valores distorcidos de machismo, honra, uma prisão heteronormativa em que é preciso criar e fazer a manutenção constante de uma máscara, de homens fortes , com honra, vontade e força. Não se admitem falhas.

Toda a gente decidiu agora que Portugal não é mais um pais homofóbico enquanto que paneleiro continua a ser o insulto mais detestado e usado para descrever acções que saem da norma do género. A homofobia existe tão enraizada na nossa mente e na nossa sociedade que a nossa própria visão do que é ser tolerável, por exemplo, o casamento homossexual, existe dentro de uma rede de discriminação positiva, em que as coisas são aceites para “parecer bem”, como se algum dia o facto de nos abrirem a porta para a prisão do casamento heterossexual fosse suficiente. Todos os dias exite bullying agressivo nas escolas porque o medo de ser paneleiro é partilhado por todos...ninguém se admite pois fazê-lo é entregar-se aos lobos. E isto acontece TODOS OS DIAS em TODAS AS ESCOLAS de ensino básico em Portugal. Eu próprio sofri durante anos de bullying e são coisas que até agora me estão marcadas no corpo. A construção e idealização da sexualidade é reprimida, dois moldes são dados sem escolhas, nem a possibilidade de uma pessoa quere ficar no meio.

Já para não falar da nossa mancha católica gigante que nos marca na cara todos os dias. Temos conceitos existentes que funcionam em Portugal que são antiquados e bolorentos: a nossa moda dita o grupo social em que pertencemos, seja ela de grande poder económico ou fraco. Isso cria uma espécie de uniformidade de pensamento em relação à auto expressão. Devíamos ter direito a construir a nossa imagem como as entidades mutantes. O problema é que ao criar uma confusão de símbolos entramos em confronto directo contra a grande massa social, que todos os dias nos relembra que estamos mal vestidos ou desapropriados e desagradáveis para situações sociais que já nos ditam como agir. O estado gosta de criar esta mancha uniforme de pessoas, para que assim as possam controlar e manipular, mas também, de uma forma mais perversa, aceita a construção de entidades de contra corrente, que no final falham e caem por terra porque acabam por ficar na mesma prisão: são definidos.

Entre fazer parte da mancha ou fazer parte da contra corrente superficial, prefiro ficar entre um ponto ambíguo. Não sou gay, não sou hetero, não sou homem, não sou mulher, não sou rico e não sou pobre, não sou de cá e sou local, não sou drag, não sou performer, não sou nada. Sou um constante e mutável processo de descoberta e experiências que formulam formas, as quais uso para comunicar com o meu exterior. Nós somos esculturas metamórficas em constante movimento.

As nossas autobiografias caminham lado a lado do nosso corpo e marcam todas as nossas escolhas e experiências. Ao assumir isso, ao carregar orgulhosamente a minha história e tudo que aconteceu comigo, espero por-me num sítio vulnerável em que o palco serve como espaço de exposição, espero conseguir atingir a força e a libertação desse mesmo passado e a minha própria transformação num ser ambíguo e mutável, único pela sua existência

O METER O DEDO NA FERIDA visa em criar um espaço neste tempo em que os pilares mais intocáveis da sociedade são questionados e deitados ao lixo, em que o conceito de beleza e estética são questionados e mutados constantemente. Vemos beleza em tudo, queremos saber apreciá-la, para poder enchermos as pessoas de confiança e amor próprio. Agimos fora de qualquer sistema económico a não ser a economia da nossa sobrevivência. Queremos potenciar ilusões e fantasias. Queremos propor um espaço que nos possamos aperceber da uniqueness de cada indivíduo, de glorificar o nosso cabelo, dos nossos pelos públicos. Queremos tirar a vagina das mãos do poder capitalista e machista, queremos ter toda a lata do Mundo em falar do que não se deve falar. Tudo isto porque agimos com amor, e o amor é a maior força do Mundo. Queremos fazer as nossas performances e intervenções com amor, ainda que por vezes seja um amor duro e directo. Somos os próprios agentes da mudança das nossas vidas e dos espaços e mentes que nos rodeiam. Temos essa obrigação. Queremos sair dos 500 anos de paralisia e melancolia nostálgica e pós-descobrimentos em que o pais se encontra submerso, e renascer, nus e com um brilho nos olhos, segurando a nossa glória.


Sunday, June 24, 2012

Oficina de Dança para Adultos


Com Alberto Magno

Julho: Quinta 12 e  Sexta 13
           Das 19h30 às 22h30


 Inscrições até o 8 de Julho/Número mínimo: 8 pessoas
20

la.marmita.prod@gmail.com

 Esta oficina pretende ser um espaço de experimentação do movimento , especialmente dirigida a adultos com disponibilidade para a descoberta do movimento. Descoberta do seu corpo.
A Oficina é composta por uma série de propostas: desde o reconhecimento das diversas partes do corpo à composição coreográfica.  Passando por uma série de exercícios que englobam o trabalho muscular, a rotina do exercício e a improvisação


Thursday, June 21, 2012

Saxofone: Recital Final de Licenciatura

Com: Marcelo Marques e Menne Smallenbroek, finalistas da licenciatura de saxofone  

ESMAE



Programa
  • Mysterious Morning III - Fuminori Tanada
  • Sonata No. 2 in a minor - J.S. Bach
  • Rhapsody - André Waignein
  • Arpeggione Sonata - Franz Schubert
  • Spiegel im Spiegel - Arvo Pärt
  • Tsmindao Ghmerto - Evan Ziporyn
  • Press Release - David Lang
  • Sarabande No. 1 - J.S. Bach
  • Het Vocht Verdwijnt Niet Door Een Vrouw Te Nemen -  Chiel Meijering
  • Sarabande No. 5 - J.S. Bach

Monday, June 11, 2012

Exposição de Pintura

Jennifer MacLeod Pruitt


Sábado 16 abertura da exposição das 21h até às 23h. Fica até o dia 23 de Junho, de Segundas a Sábados das 14h30 às 20h. 



Jennifer MacLeod Pruitt , licenciada em Belas Artes/ pintura e desenho na Universidade do sul da Califórnia, Los Angeles. 
Tem mostrados as suas pinturas em Los Angeles, Chicago, Porto e Barcelos. 

JILABA

       Quinta 14 de Junho às 21h30











Monday, June 04, 2012

Música para fagote e piano


Domingo 10 de Junho às 18h
Robert Glassburner, fagote
Daniel Costa, piano


Reminiscence de La Traviata de Verdi– Luigi Orselli 
Rhapsody para fagote e piano– Walter Mays (1996)
(estreia em Portugal)
Sonata em fá menor– G.P. Telemann
Sonate– C. S. Saëns

Wednesday, May 02, 2012

Dança: Anticorpo e Esboço 10 com João Costa

18 e 19 de Maio pelas 21h30


ANTICORPO 
Regressando ao tema do corpo, neste trabalho tive vontade de me focalizar no sistema imunitário como aquele que nos permite sobreviver e conviver com outros seres que habitam em nós, substâncias, corpos estranhos que nos invadem.
Este sistema é extremamente complexo, constituído por um conjunto de pequenas células e proteínas especializadas, contribuindo todas para uma harmonia coreográfica que se vai escrevendo no espaço interior do corpo, invisível a olho nu.
Ao ser perturbada essa harmonia acontecem pequenos desequilíbrios e imediatamente o sistema reage para que no máximo da velocidade se restabeleça o equilíbrio inicial. Em todo este processo determinadas células conservam a memória do acontecimento e irão no futuro reconhecer o invasor. A memória existe nestas células tal como na consciência de cada um de nós.
João Costa

ESBOÇO- Improvisação 10

João Costa , é natural de Espinho, iniciou os seus estudos em dança com Conchita Ramirez, fez o Curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança, participou nas Réperages Danse à Lille 02, realizadas no Balleteatro Porto, e no Capitals – Encontros Acarte 2003 no qual apresentou o solo Meeting Room. Foi intérprete de trabalhos de Né Barros, Isabel Barros, Nigel Charnock, Joclécio Azevedo, Alberto Magno, Ana Figueira, Pedro Carvalho, Mathilde Monnier, Rui Horta, Javier de Frutos, Jamie Watton, Jaro Vinarsky, Peter Bebjack, Juraj Korec, Vera Mantero e Bruno Listopad. Foi membro associado do NEC – Núcleo de Experimentação Coreográfica entre 1999 e 2007. Criou, entre outras, as peças lilly 03 (2003), Eus (2004), peter 05 (2005), Jo and Jo (2007) e, mais recentemente, para o Festival da Fábrica, Simon 06.07.08.09 em Maio de 2009. Representou Portugal na área da dança na Bienal dos Jovens Criadores da Europa e do Mediterrâneo – PUGLIA 2008. O seu trabalho tem sido apresentado em Portugal, Inglaterra, Turquia, França, Espanha, Eslováquia e Itália. Em 2003 fundou a salabranca que promove os seus objectos artísticos e apoia o trabalho de outros artistas. Frequenta o Mestrado integrado em Ciências Farmacêuticas da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto.

Co-produção salabranca lab , culturgest, balleteatro
Apoio a residência: Contagiarte

Thursday, April 12, 2012

Dança: Num Mar de Coisas

Jovens Coreógrafos no La Marmita 
Abril: Sexta 27 e Sábado 28 às 21h30



FICHA ARTÍSTICA
Criação
Joana Silva e Olga Cunha
Intérpretação
Joana Mário, Joana Silva, Margarida Marques, Olga Cunha
Música
Miguel Duarte Oliveira
Figurinos
Olga Cunha e Joana Silva
Desenho de Luz
Olga Cunha e Joana Silva
Fotografia
Lúcia Pinto
Design Gráfico
We Work For Knowledge
Co-Produção
Escola Superior de Dança de Lisboa
Apoios
O Eco dos Montes – Residências Criativas
Projecto integrado no programa de apoio aos recém-licenciados da Escola Superior de Dança

 “I invite being seen not being fixed in my fabulously unique threedimensional body.” Deborah Hay
O tempo da performance é o tempo real. Cria-se um momento de passagem. Este é moldado pelos intérpretes a cada nova performance. Cada espaço em que a performance é realizada influencia directamente a peça e as pessoas envolvidas – intérpretes, espectadores.
Os intérpretes vão-se instalando no espaço e no tempo, assim como o público.
O espaço é percepcionado pelos preformers. A informação é interiorizada e transformada, exteriorizando-se numa constante mutação de estados físicos. As relações que vão sendo estabelecidas entre os intérpretes são o resultado da exteriorização desses estados, que são partilhados, mas vivenciados de forma pessoal.
A identidade de cada intérprete é visível na maneira como exteriorizam as suas percepções e nas relações que estabelecem entre si.
Esta identidade vai sendo cada vez mais evidente à medida que os corpos se afastam para seguirem as suas próprias trajectórias no esquema do grupo.
O aglomerado aparentemente desorganizado de indivíduos vai-se organizando e individualizando. 






Sunday, March 25, 2012

Fiandeira | olhos nos dedos | lã lã lã

peça para contador de histórias e guitarra clássica
Para maiores de 3anos



ABRIL: Sábados 14 e 21 às 16h e às 21h30/ Domingos 15 e 22 às 16h 



Entre nuvens e orvalho, geme a guitarra e dançam os montes. Como a  senhora das sete saias, “Fiandeira | olhos nos dedos | lã lã lã" é uma  peça de várias camadas, que parte da pesquisa sobre o ciclo da lã para  criar um universo onde ovelhas balem canções líricas e marchas de anos  malucos e um abocanhador lobo é atazanado de ressonâncias sonoras enquanto Cegueta e Zarolho observam. Entre a Ovelha-especial-que-andava-apenas-em-duas-patas, o Homem-que-sorri-de-tesoura-aberta e a Senhora-de-olhos-nos-dedos, uma  ovelha friorenta aprende a dar o velo que tem.

Equipa:
Isabel Fernandes Pinto (texto, interpretação e co-encenação), Joaquim Pavão (música e vídeo), Andrea Gabilondo (desenho de movimento e co-encenação), Tucha Martins (figurinos), Américo Castanheira (dispositivo cénico), José Cardoso Pinto (mobiliário cénico), Mónica Pais (preparação vocal) e Maria Mata (assistência a ensaios).

Co-produção Projeto Faunas | La Marmita



FIOS DE TEMPO é uma coleção de estórias do Projeto Faunas baseadas em atividades tradicionais da cultura portuguesa. Debruçamo-nos nas janelas do nosso património e conversamos com pessoas sábias que deram o mote para estes trabalhos.
Cada estória guarda em si um espaço de transmissão de conhecimentos, fazendo a passagem de testemunho entre aqueles que recriam, pela memória, o seu passado, para aqueles que constroem, pelo sonho, o seu futuro.
Entre a sabedoria dos idosos e o deslumbramento das crianças, este projeto procura também juntar estes públicos, oferecendo o espetáculo como mote para a conversa, a partilha de conhecimentos e sensações, cumprindo aquilo que distingue o teatro de todos os outros media: o encontro real entre pessoas.
Começámos em 2010 com “A história do pescador que deixou o coração atrás da porta”. “Fiandeira | olhos nos dedos | lã lã lã” é a segunda estória desta coleção.

Monday, March 12, 2012

Concerto Voz e Piano

01 de Abril pelas 17.00h 
TRIArte
 
Obras de: Croner de Vasconcellos, Ivo Cru, Claudio Carneyro, Vianna da Mota, A.J. Fernandes, Freitas Branco
                    Vila-Lobos, Claudio Santoro, Mozart, Beethoven, Fauré, Falla, Chausson, R.Hann, Delibes, Bellini e Puccini

Tuesday, January 17, 2012

Oficina de Dança com Alberto Magno





Esta Oficina pretende ser um espaço de experimentação do movimento, especialmente dirigida a adultos com disponibilidade para a descoberta do movimento. Descoberta do seu corpo.

A Oficina é composta por uma série de propostas: desde o reconhecimento das diversas partes do corpo à composição coreográfica. Passando por uma série de exercícios que englobam o trabalho muscular, a rotina do exercício e a improvisação.

Não é exigida uma experiência prévia do movimento, seja advinda da prática de ginástica, outros tipos de dança ou fisioterapia. Basta a vontade de explorar o movimento e suas capacidades expressivas. Também não é exigido nenhuma configuração corporal específica: cada pessoa possui um formato de corpo e este será a base do nosso trabalho. Importa a disponibilidade e o bem estar que se pode usufruir do movimento.

Objetivos
- explorar as capacidades expressivas individuais através do movimento, não importando a forma do corpo, mas a disponibilidade em experimentar o movimento;
- sensibilização para o movimento: proposta de experimentação e descoberta do movimento, independente de qualquer experiência anterior;
- reconhecimento da importância da comunicação não-verbal;

Público-alvo
- pessoas com mais de 30 anos


Sessões
- A dar inicio o 12 de Março 2012: Segundas e Quartas das 19h30 às 21h
- cada turma poderá ter entre 06 e 12 participantes
- nº mínimo para funcionamento de cada turma – 06 participantes

Inscrições
1 aula por semana 30 €/mês
2 aulas por semana: 40 €/mês
Aulas soltas: 10 €/aula

Informações
- os participantes devem usar roupas confortáveis e meias. As instalações permitem a troca de roupa;
- caso haja alguma contra-indicação médica na realizaçãod e determinado tipo de movimento, o participante deverá avisar previamente o monitor;
- quaisquer dúvidas devem ser pedidas diretamente à organização da Oficina
                                                                                                       




Alberto Magno nasceu em São Paulo - Brasil. Iniciou seus estudos em dança na Escola Municipal de Bailado – SP; Focus Escola de Fotografia (fotografia). Formado em Arte-Educação, que busca utilizar a experiência artística como um processo facilitador da aprendizagem.

Artista plástico autodidata, com especial vocação para trabalhos com materiais recicláveis. Na área da Fotografia, trabalhou vários anos como laboratorista; como fotógrafo realizou trabalhos para para portfólios, moda, retratos e exposições, bem como trabalhos para vários grupos de dança e teatro. Atualmente prepara uma exposição para 2012 – O que nos une ... -

Foi intérprete da Cia de Dança de Lisboa e Balleteatro Companhia (Porto). É intérprete, coreógrafo, programador e produtor independente, formador das áreas das expressões (corporal, dramática, plástica).

Co-fundador da Fábrica de Movimentos Associação Cultural (desde 1998), tendo como principal função a conceção e gestão de vários projectos artísticos (Festival da Fábrica, FRAME entre outros); bem como a conceção, programação e produção de novos projectos. Também exerce a função de produtor de actividades culturais para outras Entidades (Ideias Maiores, Panmixia, entre outras).

Têm sido convidado como curador em diversos festivais ligados à Dança e Novas Tecnologias: Mônaco Dance Fórum/Mônaco (2004), Pixel Art Dance/Grécia (2006), VDance – Festival de Vídeo-Dança/Israel (2006), Dança em Foco/Brasil (2006, 2008 e 2011), III Fórum Latinoamericano de Vídeo-Dança/Brasil (2009), Festival 700IS/Islândia (2010), Festival Jumping Frames/Hong Kong, Macau e Gangzhou (China 2010), EDIT2011 - 7th International Dance Film Festival (Hungria 2011), Festival de Videodanza de Buenos Aires (Argentina 2011)

Também têm marcado presença como:
- júri convidado do, 2º Mônaco Fórum Dance/Mônaco (2002); 10º Masdanza/Espanha (2005); ARENA/Alemanha (2006), 11º Festival Tanz Solo, em Stuttgart/Alemanha (2007), Festival IDN (festival de vídeo-dança e novas tecnologias), em Barcelona (2009), ACT Festival / Bilbao/Espanha (2009);
- orador convidado do festival Les Plateaux de Bienalle (Set.2008), em Paris/França; Festival 700IS Reinderland (Março.2010), Egilstadir/Islândia.

Como free-lancer, desenvolveu projectos em diversas áreas, e para diversos públicos-alvo (infância, adultos, terceira idade) para outras instituições e associações (CM Matosinhos (2000-2009), CM Porto (1992-2002), CM de São João da Madeira (2005-2007), CM de Amares (2007-2008), Fundação para o Desenvolvimento Social do Porto.

Exerceu actividade como Animador Sóciocultural (Obra Social N. Sra da Boa Viagem – Porto), ligado à terceira idade; além de conceber, organizar e coordenar projectos de Educação pela Arte, que interligam várias vertentes artísticas e o programa curricular das escolas do 1º, 2º e 3º ciclo. Desempenhou funções como produtor no evento “Serralves em Festa”/2006 e 2008, Museu de Arte Contemporânea de Serralves/Portugal.

É formador da Área das Expressões (Artes Plásticas, Expressão Corporal e Dramática), Animação e Lazer, Gestão Cultural, bem como outras actividades relacionadas com a concepção e implementação de actividades culturais; tendo já trabalhado para as seguintes Instituições: Kerigma (Barcelos), Inovinter (Porto), APCC (Porto e Lisboa), Associação Benéfica (Porto), QVC (Paredes e Sobreira), Tematicus (Rebordosa). 

Saturday, November 12, 2011

Sexta 18 e Sábado 19 Novembro às 21h30

todos os marmúrios

recital de poesia dita e cantada



Concepção e interpretação

Rosário Romão e Tilike Coelho



Domingo 13 Novembro a tarde e a noite