Tuesday, November 26, 2013

Teatro de Ricardo Ribeiro

Sábado 30 de Novembro às 21h30



Deus sofre - é esse o Seu dia a dia. Ao acordar, dirige pela primeira vez a atenção para Si mesmo. Esforça-se por fazê-lo, mas as preces e as aflições da humanidade despertam com Ele. Na tentativa de apaziguar o tormento, Deus partilha consigo mesmo, pela primeira vez, os pensamentos de frustração e de ódio que O levam a questionar-se sobre a Sua existência, à loucura e, por fim, ao suicídio.

Texto e Interpretação: Ricardo Ribeiro
Fotografia e Design de Imagem: Maria Côrte-Real
Produção: Ricardo Ribeiro
Apoio à Produção e Divulgação: La Marmita


Duração: 45min.
Classificação: M/12

Sunday, November 10, 2013

Sopa de Jerimu

Para maiores de 4 anos



Je ri m u s.m. BOTÂNICA planta da família das Cucurbitáceas que produz uma abóbora amarela e é também conhecida por jirimu e jirimum; outras plantas da mesma família; abóbora destas plantas

Espectáculo de teatro/dança


Sopa de Jerimu é um especculo a solo para uma mulher e várias abóboras então já o é a solo! Estão lá a menina, a porqueira, a chila, a bolina, a cabaça, todas diferentes e todas abóboras.
Na sua cozinha, esta mulher, convive com as abóboras, ouve-lhes os segredos e mergulha em si, descobrindo coisas que o conhecia.


Rola que rola e volta a rolar... Aquela que quebrar à sopa irá parar...


As entranhas revelam-se e a sopa ferve na panela. Nascem histórias... as abóboras transformam-se... na verdade o conhecidas universalmente pelos seus poderes transformadores. Florescem, amadurecem, crescem, crescem, crescem e apodrecem, Assim, também ela vivencia transformações.


É um elogio à beleza e à magnitude da abóbora. A Sopa fica pronta e o público é convidado a prová-la.

Este projecto nasceu no mercado do Bolhão, na época das abóboras.
Frequentemente, parava para as observar; tantas, tão diversas, algumas tão grandes, tão bonitas! Comecei a fotografá-las, a comprá-las, a levá-las para casa e para a sala de ensaios, a abri-las, a recheá-las, a cozinhá-las e novas histórias comaram a surgir. Tornaram-se para mim, um forte mbolo de feminilidade.



Habituados a comprar aboboras cortadas em cubos em cuvetes plásticas no supermercado, o contacto com abóboras inteiras, pode ser revelador para muitos, especialmente para os mais novos.
Depois de estabelecida a empatia com a abóbora e com a personagem, quem pode recusar-se a provar a sopa de abóbora? Será este particular contacto das crianças com a abóbora frutífero na sua relação futura com sopa?


No final, o público é convidado a visitar a cozinha, o espaço cénico e a desvendar as requias abóbora guardadas em gavetas.

Ficha artística
Projecto satélite da Circolando
Criação e Interpretação: Graça Ochoa
Apoio à Criação: Alberto Carvalhal, Gilberto Oliveira,
Margarida Chambel, André Braga e Cláudia Figueiredo
Textos e Apoio à Dramaturgia: Regina Guimarães
Sonoplastia: Carlos Adolfo
Luz: Francisco Tavares Teles
Cenografia: Nuno Guedes e Nuno Brandão
Produção: Ana Carvalhosa (direcção) e Cláudia Santos
Fotografias: Stratos Ntontsis
Design Gráfico: Elsa Oliveira
Agradecimentos: Norman Taylor, Tiago Porteiro, Teatro do Frio

Wednesday, November 06, 2013

Autumn Concert


Along Came Daisy

Os Along Came Daisy são uma banda do Porto que se estreou no Cine-Teatro Batalha em 2013. Com um estilo musical ecléctico e heterogéneo, que vai desde o Rock ao Funk, passando pelos Blues e Alternativo, a banda é composta por Margarida Rego Costa (Voz), Francisco Brito (Guitarra), Luís Soares (Baixo) e Wagner de Abreu (Bateria).
A principal característica da banda é interpretarem versões de temas conhecidos do grande público com uma abordagem muito própria.
Para este evento e por razões pessoais, associaram-se à CATS Foundation – Cure & Action for Tay-Sachs e promovem o seu primeiro concerto solidário, sendo que doarão parte das contribuições obtidas para o apoio a esta causa.
Junte-se aos Along Came Daisy nesta causa e apareça, no próximo dia 9 de Novembro, pelas 21h30, no espaço La Marmita em Vila Nova de Gaia.




Tuesday, October 29, 2013

Paulo Mesquita: Guitars and Loops



















O Paulo Mesquita novamente apresenta um desafio, desta vez a tocar vários instrumentos de cordas espalhados por o palco. 

Sunday, October 27, 2013

1º de Novembro às 21h30

Imagem: Inês Peres

O número 7 está associado ao pensamento, espiritualidade, consciência e sabedoria. é o número do intelecto e do idealismo.
"Kaira" termo Guineense usado para os mais velhos e sábios.
Conta com a presença do diretor musical da Allatantou Percussions Guinée, Sagatala Camara.

"KAIRA" convida a um espetáculo de dança e música, pleno de energia e força...um momento de reconexão, partilha e alegria.
Após sete anos de existência em Portugal, ALLATANTOU DANCE COMPANYcontinua o seu trabalho exímio na divulgação das tradições culturais da Costa Oeste Africana, criando entre a Europa e África elos artisticos, humanos e culturais inabaláveis.

Tuesday, October 08, 2013

Tuesday, September 10, 2013

Thursday, August 08, 2013

NO STRINGS ATTACHED


30 de Agosto ás 21h30





An improvised composition by Sara Marasso together with piano player and composer Paulo Mesquita

Sara Marasso: http://www.ilcantiere.net/

Paulo Mesquita:
 http://paulomesquitabooking.wix.com/paulomesquita#!biography/c1enr






Workshop CRACKS on Research and Composition





With Sara Marasso

27, 28 and 29 of August from 10h to 14h

Reserve your place at: la.marmita.prod@gmail.com

Price: 70€

The training is based on work that rebuilds a solid relationship between the body an the ground. It aims to strengthen the connection between centre and periphery, between spinal cord and limb, in order to get conscious of the fact that the body is able to move because it has weight. We work on posture and leaning, on impulses and directions with a goal to enable our bodies to maintain a certain itinerary. Without loosing any detail from the experience gained on the way, without anticipating and forgetting the initial point. Starting from this space, we try to create the connection between sensing, feeling and action, between taking root and elevation in a continuous exchange enabled by breathing.

CRACKS
on contemporary dance: research and composition

This corporal experience shared during the training becomes a background for a process of composition and guided improvisation, on individual and team level, through which it will be possible to access a new temporal dimension of rhythm and phrasing.

Phrases and dynamics of the movement are experienced within a context that requires an unconditional presence and an awareness without a shade of doubt, in order to try the body writing while dancing on stage. 


http://www.ilcantiere.net/

Para a participação no Workshop não é necessária uma particular preparação técnica mas um interesse pelo processo criativo e uma atitude para o movimento. 

Tuesday, July 09, 2013

Agosto: Workshop de dança-teatro/teatro-físico



A dança-teatro surge na Alemanha no século XX como uma manifestação de insatisfação com a organização jerárquica das companhias de ballet, procura uma forma de coreografar mais democrática, onde tanto criador como intérpretes contribuem para a criação das peças.
Nasce de esta forma uma geração de novos coreógrafos influenciados por os métodos de Mary Wigman e Kurt Joos como: Pina Bausch, Reinhild Hoffmann, Susanne Linke, e Gerhard Bohner entre outros. Estos são alguns dos criadores que a sua vez vai influenciar uma nova geração interessada num teatro físico.
A dança-teatro distingue se na individualidade de cada criador no método, formas narrativas e as estruturas performativas que escolhe para os seus espectáculos. Os intérpretes elaboram o material das suas próprias experiências e potencialidades.

A dança-teatro celebra o teatro como uma pluralidade de códigos que se misturam entre às diferentes disciplinas performativas.
A dança-teatro explora energias físicas de uma forma directa, desenvolvendo uma dança onde a realidade é transmitida de uma forma estética, sem necessariamente seguir uma narrativa linear. Há umas fortes ênfases na improvisação e na utilização de adereços. A dança-teatro desafia uma interpretação, já que cada criador desenvolve as suas próprias regras.

Andrea Gabilondo, trabalhou como bailarina em várias companhias de dança entre às quais sobressaem a Companhia Nacional de Dança do México, A Companhia de Dança de Lisboa de Rui Horta e a Companhia de Reinhild Hoffmann Tanzteater en Bochum, com a qual trabalho durante 7 anos. Andrea Gabilondo tem criado a sua própria linguagem dentro deste estilo, fruto da sua vasta experiência dentro das diversas áreas da dança (ballet, contemporâneo, dança-teatro e Butoh) assim como no teatro. Transmite dentro deste curso as ferramentas que ela considera importantes para o desenvolvimento tanto a nível criativo como interpretativo, assim como ajuda aos participantes a resolverem problemas de dúvidas e inseguridades em relação ao palco.

Se você tem experiência mas sente que ultimamente está bloqueado criativamente: este curso é para você!
Se você não tem experiência e sente que a sua autocrítica não lhe permite experimentar o palco: este curso é para você!
Se você é músico ou performer de qualquer área performativa e deseja ter mais ferramentas para estar no palco, este curso é para você!

Conteúdos
·         A expressão corporal como texto dramático
·         Tempo-ritmo
·         Peso e energia
·         As atitudes corporais e as dinâmicas
·         Espaço, níveis, e direções
·         Como resolver problemas de bloqueio durante o processo criativo
·         Criação de cenas e personagens


Metodologias

  • Teórico-práticas e práticas

  • Propostas técnicas/criativas baseadas na exploração dos aspectos apresentados nos conteúdos

  • Trabalho de grupo e individual


Monday, July 08, 2013

//gender|o|noise\\

A workshop by Tara Transitory aka One Man Nation

19th of July from 17h to 21h
20€ [students & precarious/ unemployed]/25€ per participant 

Register by email:
la.marmita.prod@gmail.com or ddmatthee@gmail.com





Gender:
A range of physical, mental and behavioral characteristics distinguishing between masculinity and femininity.

Noise:
A disturbance–especially a random and persistent disturbance–that
obscures or reduces the clarity of a signal.

Participants:
Open for non-male-identified persons only. If male-identified and still interested to join the workshop, he would have to cross-dress in feminine clothes.

Content:
* Introduction to gender defying artists (Genesis P-orridge, Fen-Ma Liuming), traditions where gender was a non-binary concept (bissu, muxes, etc), the role of the non-binary conforming gender persons in their society (usually mediums/shamans between the sky and the earth), and an introduction to rituals and their relation to noise (droning Tibetan trumpets, clashing cymbals). Noise, defined here as non-harmonic sounds, has been in existence since the beginning of time in the form of environmental sounds and in the execution of the first rituals in which humans attempted to communicate with the heavens above. Noise is thus essential in helping the individual or collective entity reach a certain sensibility which is associated with transcendence.
* Screaming exercises (releasing the voice if not already released).
* Breathing games (Inuit songs/games (think Bjork) the use of breath to create rhythms and collectively creating a rhythm using only our breath).
* Paying attention to incidental sounds, improvising with the environment.
* Communication through improvisation.
* At the end of the workshop, all the participants will conclude with a free-for-all jam session with whatever objects they want to use – this can include found garbage, computers, instruments, voice, percussion, or anything else the participant chooses."

from: http://nightflight2013.wordpress.com/talks/genderonoise/

Monday, July 01, 2013

Laboratorium Butoh


De 22 a 27 de Julho das 10h às 13h e das 14:30 às 18h 


 Inscrições até 12 de Julho
110€ por pessoa
Enviar e-mail para: la.marmita.prod@gmail.com







Sven Wu Wei, performer/dançarino e terapeuta, tem desenvolvido , através das suas performances, um caminho poético numa consequência natural do seu auto-conhecimento.
As suas performances, baseiam-se numa viagem interior e na improvisação íntegra do gesto.
Pontos de aprofundamento: A respiração do Ser na sua Intimidade e os seus Sonhos e a força anímica de cada indivíduo.

* Através da Intimidade desmascaramo-nos infinitamente e damo-nos incondicionalmente com uma energia que flui de dentro para fora, manifestada pelo corpo onde ele fala e cala, com a integridade de cada gesto.
* Com os sonhos, em vez de os analisar, de fazer a sua autopsia, fazemos para eles voltarem à vida. O modo de chegar a isso é reviver o sonho como se ele se desenrolasse no momento actual. Em vez de contá-lo como se fosse uma história passada, ele será posto em acção, representá-lo no presente para que ele se torne uma parte de si mesmo, que esteja realmente implicado nele. O sonho pode ser representado sob forma de psicodrama colectivo, a fim de colocar em relevo alguns de seus aspectos e enriquecê-lo com as reacções dos diversos protagonistas. O grupo pode ser utilizado como caixa de ressonância ou “eco amplificador”, numa observação da postura, da respiração, do olhar, dos microgestos, etc...de forma a descobrir, não encobrir. Seja o que fôr que se faça, não se pode não comunicar.
Através de várias técnicas de comunicação com o nosso corpo, aprendemos, não como mover, mas a ser movidos. O corpo é um receptáculo de tempo e espaço multidimensional.
Através de uma exploração até às memórias colectivas do nosso passado, podemos encontrar uma fonte de recursos abundantes, enriquecendo a essência da nossa vida através da expansão da nossa consciência. Este mecanismo ajuda a activar as memórias recalcadas, direcionando a energia
para o nosso verdadeiro Ser. A ressonância corporal é a chave para abrir o mundo em constante mudança, dentro e fora de nós.
O performer e terapeuta Sven Wu Wei, ajuda o corpo a abrir portas secretas, a extrair a essência dos participantes, segurando-a até que ela brilhe e vibre. Para o desenvolvimento da auto-percepção, ele usa o relaxamento de forma a obter um maior nível de interdependência energética sendo activado o potencial dentro de nós, combinando o imaginário e funções do corpo na sua máxima tridimensionalidade.
• O relaxamento deixa a energia fluir na sua tensão essencial;
• A interdependência conecta o poder do nosso centro, uma auto-percepção de nós e a relação com o ambiente à volta de nós que sintoniza o corpo e a frequência da ressonância;
• A imaginação combina diferentes elementos: um veículo que percorre momentos secretos do nosso inconsciente. Trabalharemos conscientemente em relação a estes objectivos até chegarmos ao automatismo do movimento.
De forma geral, o relaxamento, a respiração, a vibração e a distorção desbloqueiam tensões metafisicamente acumuladas no nosso corpo, ampliando a intensidade da expressão no gesto... por tudo isto usamos o Butoh. Não pensando em suceder.
Simplesmente tentar. Tentar ser. Aceitar a montanha e o vale.

Disciplina na espontaneidade e espontaneidade na disciplina.

www.sven-wu-wei.com