Monday, September 24, 2012
Movimento Cénico/Dança-Teatro
Outubro: Sábado 13 e
Domingo 14 das 15h ás 18h no La Marmita
Destinatários: A
todos os adultos interessados
Formadora: Andrea
Gabilondo
A dança-teatro surge na Alemanha no século XX como uma
manifestação de insatisfação com a organização jerárquica das companhias de
ballet, procura uma forma de coreografar mais democrática, onde tanto criador
como intérpretes contribuem para a criação das peças.
Nasce de esta forma uma geração de novos coreógrafos
influenciados por os métodos de Mary Wigman e Kurt Joos como: Pina Bausch,
Reinhild Hoffmann, Susanne Linke, e Gerhard Bohner entre outros. Estos são
alguns dos criadores que a sua vez vai influenciar uma nova geração interessada
num teatro físico.
A dança-teatro distingue se na individualidade de cada
criador no método, formas narrativas e as estruturas performativas que escolhe
para os seus espectáculos. Os intérpretes elaboram o material das suas próprias
experiências e potencialidades.
A dança-teatro celebra o teatro como uma pluralidade de
códigos que se misturam entre às diferentes disciplinas performativas.
A dança-teatro explora energias físicas de uma forma directa,
desenvolvendo uma dança onde a realidade é transmitida de uma forma estética,
sem necessariamente seguir uma narrativa linear. Há umas fortes ênfases na
improvisação e na utilização de adereços. A dança-teatro desafia uma
interpretação, já que cada criador desenvolve as suas próprias regras.
Andrea Gabilondo, trabalhou como bailarina em várias
companhias de dança entre às quais sobressaem a Companhia Nacional de Dança do
México, A Companhia de Dança de Lisboa de Rui Horta e a Companhia de Reinhild
Hoffmann Tanzteater en Bochum, com a qual trabalho durante 7 anos. Andrea
Gabilondo tem criado a sua própria linguagem dentro deste estilo, fruto da sua
vasta experiência dentro das diversas áreas da dança (ballet, contemporâneo,
dança-teatro e Butoh) assim como no teatro. Transmite dentro deste curso as
ferramentas que ela considera importantes para o desenvolvimento tanto a nível
criativo como interpretativo, assim como ajuda aos participantes a resolverem
problemas de dúvidas e inseguridades em relação ao palco.
Se você tem experiência mas sente que ultimamente está
bloqueado criativamente: este curso é para você!
Se você não tem experiência e sente que a sua autocrítica não
lhe permite experimentar o palco: este curso é para você!
Se você é músico ou performer de qualquer área performativa e
deseja ter mais ferramentas para estar no palco, este curso é para você!
Conteúdos
·
A expressão corporal como
texto dramático
·
Tempo-ritmo
·
Peso e energia
·
As atitudes corporais e as
dinâmicas
·
Espaço, níveis, e direções
·
Como resolver problemas de
bloqueio durante o processo criativo
·
Criação de cenas e
personagens
Metodologias
- Teórico-práticas e práticas
- Propostas técnicas/criativas baseadas na exploração
dos aspectos apresentados nos conteúdos
- Trabalho de grupo e individual
Saturday, September 15, 2012
Saturday, September 08, 2012
Tuesday, September 04, 2012
Sunday, September 02, 2012
Sunday, August 19, 2012
Friday, August 17, 2012
Workshop de Butoh
com
Sven Wu Wei
Agosto 27 a 1 de Setembro
das 15h
às 19h
Inscrições: até o 10 de Agosto: 70 euros
Mínimo: 8
pessoas, máximo 20
Enviar mail
para: la.marmita.prod@gmail.com/ 91-750-89-51
Sven Wu Wei,
performer e terapeuta, tem desenvolvido, através das suas performances, um caminho poético no sentido do
auto-conhecimento, e da consciência ética.
As suas performances, baseiam-se em ideias conceptuais e na improvisação
íntegra do gesto.
Pontos de aprofundamento: A respiração do
Ser na sua Intimidade e Silêncio
* Através da Intimidade desmascaramo-nos
infinitamente e damo-nos
incondicionalmente.
* Com o Silêncio a energia flui de dentro
para fora, transportada pelo corpo onde ele fala e cala, pela integridade
de cada gesto. Através de várias técnicas de comunicação com o nosso
corpo, aprendemos, não como mover, mas a ser movidos. O corpo é um
receptáculo de tempo e espaço multidimensional. Através de uma exploração
até às memórias colectivas do nosso passado, podemos encontrar uma fonte
de recursos abundantes, enriquecendo a essência da nossa vida através da
expansão da nossa consciência. Este mecanismo ajuda a activar as memórias
recalcadas, direcionando a energia para o nosso verdadeiro Ser. A
ressonância corporal é a chave para abrir o mundo em constante mudança,
dentro e fora de nós.
O performer e terapeuta Sven Wu Wei,
ajuda o corpo a abrir portas secretas, a extrair a essência dos
participantes, segurando-a até que ela brilhe e vibre. Para o
desenvolvimento da auto-percepção, ele usa o relaxamento de forma a obter
um maior nível de concentração e é activada a energia potencial dentro de
nós, combinando o imaginário e funções do corpo na sua máxima
tridimensionalidade.
• O relaxamento deixa a energia fluir na
sua tensão necessária;
• A concentração recolhe o poder do nosso
centro, uma vontade que
sintoniza o corpo e a frequência da
ressonância;
• A imaginação combina diferentes
elementos: um veículo que percorre momentos secretos do nosso
inconsciente. Trabalharemos conscientemente em relação a estes objectivos
até chegarmos ao automatismo do movimento.
De forma geral, o relaxamento, a
respiração e a vibração despoleta metafisicamente tensões acumuladas no
nosso corpo libertando a consciência.
Ser suave/rígido, rápido/lento, tenso/relaxado,
vivido/maçante, húmido/seco, orgânico/inorgânico, jovem/ velho,
masculino/feminino, vivo/morto... por tudo isto usamos o Butoh. Não
pensando em suceder. Simplesmente tentar. Tentar ser. Aceitar a montanha e
o vale.
Disciplina na espontaneidade e
espontaneidade na disciplina.
Thursday, August 16, 2012
Dança e Música
COLABORAÇÃO ARTÍSTICA
PROJECTO DE MÚSICA E DANÇA: UMA
SOPRA OUTRA MEXE
© Rúben Freitas
Esta é uma apresentação informal trabalhada a partir da improvisação, que se desenvolve através de um estado comum - a escuta.
Neste estado temos um ímpeto constante entre pontos e linhas, entre o que está dentro e o que está fora e que se manifesta sobre a forma de som e movimento.
Criação e Interpretação: Ana Irene
Rodrigues; Sara Anjo
Música: Ana Irene Rodrigues
Desenhos: Sara Anjo
Assistência de criação: Gilberto Bernardes; Sophie Leso; Henk van Twillert
Figurinos: Ana Irene Rodrigues; Sara Anjo
Bordadeiras: Maria José Melim; Virgínia
Vasconcelos
Agradecimentos: Filipe Ferraz; Carlos Soares;
Vanessa Fernandes;
Forte de S. Tiago, Museu de Arte Contemporânea
Apoios:
Escola Superior de Dança/Instituto Politécnico de Lisboa
Companhia Instável
Direcção Regional da Juventude
Escola Superior de Dança/Instituto Politécnico de Lisboa
Fundação GDA/ Espaço Cultura Ponto Zero às Artes
La Marmita
Wednesday, August 01, 2012
Tuesday, July 31, 2012
Friday, July 20, 2012
AND AR- Co criação cénica
Apresentações:
27 Julho, 21h30 e 29 Julho, 19h00
AND AR
co criação
cénica
Ana
D’Andrea Movimento
César
Estrela Espaço e Escultura
Tilike
Coelho Som
Colaboradores
Luís Miguel
Sousa
Cátia
da Silva Luz
Ana Maria
Fernandes Confecção de Figurinos
De
andar a andar, andar é imprevisível e consequente. Andar é um espaço onde andar
fecha olhares de um tempo e abre olhares para outro tempo.
Entre
um andar e outro impõe-se um abismo. Continua-se a andar sem questionar os
abismos que o fixam, o fecham ou o estendem, mesmo quando por instantes se
firma a percepção de fragmentos de outro andar. À semelhança de um trovão, a
viagem entre um andar e outro é curta no tempo, vasta no espaço, inconstante no
percurso. (César Estrela)
AND
AR. Linguagem híbrida. Aliados, o gesto corporal, o gesto cenográfico e o gesto
sonoro-musical engendram jogo, sentidos, fluxo dramatúrgico, cena.
Comutação
entre a dimensão quotidiana e o sonho.
Nosso
percurso conjunto teve início em 2010, na pedreira de ardósia da Fábrica de
Lousas de Valongo, constituindo-se, desde então, como um processo de pesquisa
de matérias cénicas, a partir da escuta sensível e da imersão corpóreo-onírica
em espaços ermos. A primeira experiência laboratorial-cénica realizada culminou
com a apresentação do trabalho, Preâmbulo da Floresta, veículo de partilha com
um público que desejamos que se tornasse íntimo dessa experiência e vivência.
Deste primeiro diálogo obtivemos importantes coordenadas para o trabalho que
temos vindo a desenvolver.
Bilhetes:
crianças e grupos de 10 pessoas – 5Euros, público em geral – 7Euros
Reservas e Informações: la.marmita.prod@gmail.comWednesday, July 18, 2012
Ementa do Dia
No
mês de Julho, aos sábados, no espaço La Marmita das 17h00 às 20h00.
Neste
horário o público pode entrar e sair as vezes que quiser, pode escolher uma ou
várias cenas performativas e /ou uma fatia de bolo, um copo de vinho, tomar um
chá e até trocar ideias e opiniões com os artistas – intérpretes.
Á
entrada o público é convidado a tornar-se sócio do Espaço La Marmita, durante 3
horas, mediante a contribuição de 2 € e a usufruir da Ementa do Dia.
As
cenas representadas são cobradas à pessoa que as escolhe e solicita. Por
exemplo, se uma pessoa deseja assistir à cena x, só ela paga, os outros
espectadores presentes podem assistir gratuitamente. Não é obrigatório o
público escolher cenas, poderá apenas, se assim o desejar, tomar um chá,
conhecer o espaço, conversar com os participantes, etc…
Ementa
do Dia
não é um espectáculo formal.
As
cenas performativas desta ementa artística têm uma duração de 5 a 15 minutos.
O
número, aproximadamente de 20 pratos, varia, durante o mês de Junho a ementa é
composta por estudos, sketches, cenas de espectáculos de reportório, e performances.
Esta
Ementa do Dia é um work in progress – onde pretendemos adicionar pratos-
performances de outros criadores.
Thursday, July 05, 2012
MAP/P: Performance com António Onio
METER O DEDO NA FERIDA
SÁBADO 07 ÀS 19H
O METER O DEDO NA FERIDA é um grupo recente que se formou no centro da baixa do Porto e que visa trazer um carácter intervenccionista na cidade. Somos jovens e queremos mudar o Mundo, localidade a localidade. Liderado por mim, o METER O DEDO NA FERIDA desdobra-se em acções, performances e intervenções onde a transdisciplinariedade é uma constante e o dialogo e confronto entre diferentes partes e posições de poder na esfera social do Porto.
Sentimos que a misoginia existe livremente no Porto, tanto que é uma palavra que ninguém sabe o que quer dizer. A mulher é o objecto sagrado, o objecto reprimido, e isto são questões que se encontram em todas as gerações, e em ambos os sexos. É socialmente aceite que a mulher não tenha tantos direitos, não seja tão respeitada, não por nenhuma razão específica, somente pelo facto de as chamar-mos frágeis e fracas. Exigimos uma certa concepção de beleza , a qual todas as mulheres tem de seguir. É inadmissível que uma mulher não se depile, é fundamental a mulher ter vergonha da sua sexualidade, é compreensível que a mulher ganhe menos que o homem. Enquanto que o homem vive numa prisão de valores distorcidos de machismo, honra, uma prisão heteronormativa em que é preciso criar e fazer a manutenção constante de uma máscara, de homens fortes , com honra, vontade e força. Não se admitem falhas.
Toda a gente decidiu agora que Portugal não é mais um pais homofóbico enquanto que paneleiro continua a ser o insulto mais detestado e usado para descrever acções que saem da norma do género. A homofobia existe tão enraizada na nossa mente e na nossa sociedade que a nossa própria visão do que é ser tolerável, por exemplo, o casamento homossexual, existe dentro de uma rede de discriminação positiva, em que as coisas são aceites para “parecer bem”, como se algum dia o facto de nos abrirem a porta para a prisão do casamento heterossexual fosse suficiente. Todos os dias exite bullying agressivo nas escolas porque o medo de ser paneleiro é partilhado por todos...ninguém se admite pois fazê-lo é entregar-se aos lobos. E isto acontece TODOS OS DIAS em TODAS AS ESCOLAS de ensino básico em Portugal. Eu próprio sofri durante anos de bullying e são coisas que até agora me estão marcadas no corpo. A construção e idealização da sexualidade é reprimida, dois moldes são dados sem escolhas, nem a possibilidade de uma pessoa quere ficar no meio.
Já para não falar da nossa mancha católica gigante que nos marca na cara todos os dias. Temos conceitos existentes que funcionam em Portugal que são antiquados e bolorentos: a nossa moda dita o grupo social em que pertencemos, seja ela de grande poder económico ou fraco. Isso cria uma espécie de uniformidade de pensamento em relação à auto expressão. Devíamos ter direito a construir a nossa imagem como as entidades mutantes. O problema é que ao criar uma confusão de símbolos entramos em confronto directo contra a grande massa social, que todos os dias nos relembra que estamos mal vestidos ou desapropriados e desagradáveis para situações sociais que já nos ditam como agir. O estado gosta de criar esta mancha uniforme de pessoas, para que assim as possam controlar e manipular, mas também, de uma forma mais perversa, aceita a construção de entidades de contra corrente, que no final falham e caem por terra porque acabam por ficar na mesma prisão: são definidos.
Entre fazer parte da mancha ou fazer parte da contra corrente superficial, prefiro ficar entre um ponto ambíguo. Não sou gay, não sou hetero, não sou homem, não sou mulher, não sou rico e não sou pobre, não sou de cá e sou local, não sou drag, não sou performer, não sou nada. Sou um constante e mutável processo de descoberta e experiências que formulam formas, as quais uso para comunicar com o meu exterior. Nós somos esculturas metamórficas em constante movimento.
As nossas autobiografias caminham lado a lado do nosso corpo e marcam todas as nossas escolhas e experiências. Ao assumir isso, ao carregar orgulhosamente a minha história e tudo que aconteceu comigo, espero por-me num sítio vulnerável em que o palco serve como espaço de exposição, espero conseguir atingir a força e a libertação desse mesmo passado e a minha própria transformação num ser ambíguo e mutável, único pela sua existência
O METER O DEDO NA FERIDA visa em criar um espaço neste tempo em que os pilares mais intocáveis da sociedade são questionados e deitados ao lixo, em que o conceito de beleza e estética são questionados e mutados constantemente. Vemos beleza em tudo, queremos saber apreciá-la, para poder enchermos as pessoas de confiança e amor próprio. Agimos fora de qualquer sistema económico a não ser a economia da nossa sobrevivência. Queremos potenciar ilusões e fantasias. Queremos propor um espaço que nos possamos aperceber da uniqueness de cada indivíduo, de glorificar o nosso cabelo, dos nossos pelos públicos. Queremos tirar a vagina das mãos do poder capitalista e machista, queremos ter toda a lata do Mundo em falar do que não se deve falar. Tudo isto porque agimos com amor, e o amor é a maior força do Mundo. Queremos fazer as nossas performances e intervenções com amor, ainda que por vezes seja um amor duro e directo. Somos os próprios agentes da mudança das nossas vidas e dos espaços e mentes que nos rodeiam. Temos essa obrigação. Queremos sair dos 500 anos de paralisia e melancolia nostálgica e pós-descobrimentos em que o pais se encontra submerso, e renascer, nus e com um brilho nos olhos, segurando a nossa glória.
Sunday, June 24, 2012
Oficina de Dança para Adultos
Com Alberto Magno
Julho: Quinta 12 e Sexta 13
Das 19h30 às 22h30
20€
la.marmita.prod@gmail.com
A Oficina é composta por uma série de propostas: desde o reconhecimento das diversas partes do corpo à composição coreográfica. Passando por uma série de exercícios que englobam o trabalho muscular, a rotina do exercício e a improvisação
Thursday, June 21, 2012
Saxofone: Recital Final de Licenciatura
Com: Marcelo Marques e Menne Smallenbroek, finalistas da licenciatura de saxofone
ESMAE
Programa
- Mysterious Morning III - Fuminori Tanada
- Sonata No. 2 in a minor - J.S. Bach
- Rhapsody - André Waignein
- Arpeggione Sonata - Franz Schubert
- Spiegel im Spiegel - Arvo Pärt
- Tsmindao Ghmerto - Evan Ziporyn
- Press Release - David Lang
- Sarabande No. 1 - J.S. Bach
- Het Vocht Verdwijnt Niet Door Een Vrouw Te Nemen - Chiel Meijering
- Sarabande No. 5 - J.S. Bach
Subscribe to:
Posts (Atom)