Tuesday, February 10, 2009

Programação 2009

NOTA:

Fizemos um erro no nosso mail nos últimos flyers. O endereço correcto é:

La-marmita@netcabo.pt





02 a 14 de Março

UM DIA DIFÍCIL, (dança-teatro)

Público organizado das escolas (estudantes do 3º Ciclo e Secundário). De Segundas a Sextas as 11h30 y 14h00

Público em geral, sessões às Sextas e Sábados pelas 16h00

Sátira coreográfica de Andrea Gabilondo que gira em torno do stress causado pelas situações limite da vida quotidiana.


08 e 22 de Março pelas 16h00

FORA DE HORAS Concertos de música contemporânea e popular com o grupo Bela Dupla, tangos, valsas e afins (dia 8). Concerto de música popular Brasileira (dia 22)


28 de Março, horário a definir

WORKSHOP DE DANÇAS HISTÓRICAS com Catarina Silva


De 01 a 04 de Abril das19h30 às 21h30

WORKSHOP DE DANÇA-TEATRO com Andrea Gabilondo


12 e 26 de Abril

FORA DE HORAS Concertos de música contemporânea e popular com o grupo Bela Dupla


De 04 a 30 de Maio 2ª a 6ª feira às 10h00, 11h30, 14h00 e 15h30*

Acolhimento da Dois Pontos, Associação Cultural– Para grupos organizados e escolas

A VELHA AVARENTA– TEATRO/DANÇA– M DE 3 ANOS

Uma pequenina, deliciosa e quase desconhecida história da Sophia de Melo Bryner. Inspirado no texto A CEBOLA DA VELHA AVARENTA . Este espectáculo é um momento inesquecível onde o teatro, a dança, os objectos e a voz se unem para deleite dos mais pequeninos… Com muito humor e uma energia fora de série, uma velha muito velhinha mostra-nos como é bom partilhar.

HISTÓRIA DE MUITAS CORES– TEATRO/MULTIMÉDIA– M DE 4 ANOS

Um divertimento em torno das cores. Maria gosta muito de aventuras e numa dessas aventuras partiu uma perna… Mas como é uma criança cheia de imaginação e criatividade não ficou aborrecida, pegou numa caixa de lápis de cor e começou a fazer desenhos e a inventar histórias a partir desses desenhos.

MALDITA MATEMÁTICA– TEATRO– M DE 6 ANOS

Maldita matemática é uma viagem que passa pelo mundo dos números... Maria tem um teste de matemática... ...na véspera do teste, depois de muita brincadeira e pouco estudo, Maria deita-se, adormece e começa a sonhar... No sonho, Maria encontra-se num mundo povoado por números.

QUE POEMA DE ENTRE TODOS OS POEMAS? DESAFÍO POETICO– M DE 12 ANOS

Os espectadores que participam neste desafio poético, levam um pequena selecção de poemas que gostariam de ouvir e, como contrapartida, a actriz desfia-os a ler alguns poemas.







01 a 19 de Junho sessões durante à semana, pelas manhãs (estudantes do 1º Ciclo e Secundário)
FLORESTA – Coreografia e interpretação Ana D’ Andrea
Coreografia realizada pelo ARQUIPEL, sob encomenda do LA MARMITA. O espectáculo, com música especialmente composta, explora um registo minimalista e onírico e é inspirado na filosofia taoísta.


6 e 7 de Junho
ENSEMBLE LUSO- HELVÉTICO– Recital de Piano e fagote
Fagote: Susana Dias,; Clarinete/Clarinete baixo: Beatrix Graff; Piano Joaõ Queirós Estreias absolutas pelos compositores Hugo Ribeiro (Portugal) e Stephan Hodel (Suiça), obras de Miguel Azguime e Alexandre Delgado (Portugal) e Albert Moeschinger (Suiça). Projecto que combina essencialmente dois instrumentos e duas culturas diferentes


3, 4, 10 3 11 de Julho pelas 21h.30
FLORESTA- Coreografia e interpretação Ana D’ Andrea
Coreografia realizada pelo ARQUIPEL, sob encomenda do LA MARMITA. O espectáculo, com música especialmente composta, explora um registo minimalista e onírico e é inspirado na filosofia taoísta.


12 e 26 de Julho
FORA DE HORAS Concertos de música contemporânea e popular com o grupo de Tilike Coelho


17 a 19 de Agosto das 10h30 até as 14h30
WORKSHOP: MOVIMENTO CÉNICO PARA CRIANÇAS

De uma forma lúdica e com adereços simples, explora o universo do palco; é uma introdução as artes cénicas, uma maneira de construir a partir da imaginação, o corpo e a voz, pequenas historias e personagens.




05, 06, 12, 13, 19, 20, 26 e 27 de Setembro das 11h30 até às 18h

EMENTA DO DIA

Realização aos fins-de-semana.

Consiste numa série de sketches irónicos de teatro físico, realizadas por dois performers que ficam na entrada do espaço, com várias ementas, a convidar ao público que passa pela rua a degustar um prato artístico. Criação e direcção: Andrea Gabilondo

De 07 a 11; e de 12 a 25 de Setembro das 19h30 às 21h30

WORKSHOP DE DANÇA-TEATRO

Com Andrea Gabilondo

13 e 27 de Setembro

FORA DE HORAS Concertos de música contemporânea e popular com o grupo Bela Dupla

Durante todo o mês de Outubro

TERCERA CHAMADA- Criação e interpretação: Andrea Gabilondo,.

Para público em geral (sessões às sextas e sábados) e para público organizado das escolas (estudantes do 2º e 3º Ciclos) durante a semana. O espectáculo se desenvolve em torno da ideia de uma bailarina no seu camarim, à espera da Terceira Chamada do último espectáculo da sua vida. Dentro deste espaço de maquilhagem, vestuários e adereços se contextualiza a narrativa coreográfica, que toma como ponto de partida a biografia da personagem, para percorrer a história da dança ocidental, contada através da dança, gesto, texto e manipulação de objectos.

16 a 21 de Novembro das 19h30 às 21h30

WORKSHOP DE DANÇA-TEATRO

Com Andrea Gabilondo

06 e 20 de Dezembro

FORA DE HORAS Concertos de música contemporânea e popular com o grupo Bela Dupla

Sunday, November 02, 2008

Concerto de Fagote e Piano

9 de Novembro pelas 16H

Estúdio La Marmita

Rua de França 6 (Perto do Sandemans)

Ribeira de Gaia





Programa

Fantasiestücke Op. 73 Robert Schumann

I. Zart und mit Ausdruck

II. Lebhaft leicht

III. Rasch und mit Feuer


Rapsódia para fagote solo Willson Osborne


Sonata para fagote e piano Op. 168 Camile Saint-Saëns

I. Allegro moderato

II. Allegro scherzando

III. Adágio-Allegro moderato

Robert Glassburner, fagote

João Queirós, piano

Reservas e Informações:

La-Marmita@netcabo.pt

www.lamarmita.blogspot.com





Conservatório de Música de Porto

Thursday, October 02, 2008

Worshop de Dança-Teatro

Segunda 20 à Sábado 25 de Outubro das 18 às 20h

Um Día Difícil

Solo para uma bailarina desesperada


Outubro 11 e 12 pelas 19H Estudo La Marmita (Rua França 6 no cais de Gaia)
Outubro 18 pelas 21H30 no Auditório de Macieira de Cambra, em Vale de Cambra






Coreografia: Andrea Gabilondo

Interpretação: Andrea Gabilondo

É uma sátira coreográfica que gira em torno do stress causado pelas situações limite a que, mais tarde ou mais cedo, todos estamos sujeitos.

Um dia difícil é tão absurdo que não pode ser mais real. È um "divertissement" duma situação quotidiana, que brinca com elementos comuns a todo ser humano




Tuesday, July 08, 2008

IT TAKES TWO TO KNOW ONE


Sexta 25 de Julho às 21h30 e

Sábado 26 de Julho às 21h30

Gilberto Bernardes, (vencedor do Prémio Jovens Músicos) saxofone e electrónica

Rui Dias, assistente musical e electrónica

Sara Amorim, voz

Obras de J. Harvey, Berio, Boulez e P. Jodlowski

Domingo 27 de Julho às 16h00


Workshop sobre técnicas de processamento de áudio em tempo real e improvisação com Gilberto Bernardes

Inscrições no local antes do workshop €15

Para mais informações:

http://dialogosmusicais.blogspot.com/

Wednesday, June 11, 2008

Ins(tante)eguro




Dança- Acolhimiento

Jovens Coreógrafos


Ins(tante)eguro

Conceito/Coreografia e Texto: Rita Soeiro


Performance

10, 11, 12 de Julho pelas 21H30

Estúdio La Marmita

Rua de França 5 (Perto do Sandemans)

Ribeira de Gaia

Bailarinos:

Catarina Silva, Fábio Mota

Mafalda Mendonça, Sara Bernardo

Músicos:

Soraia Teixeira- clarinete

Alexandra Coelho- harpa

Elisa Carvalho- oboé

Pedro Lopes- piano

Luís Mota- violino

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Choro, por viver nas asas de um velho.

Choro, o sorriso da criança pintada a lápis de cera.

Choro, um beijo perdido nas escadas enrugadas.

Choro, chorando a minha cor.

Vejo luz nas árvores voluptuosas e a tristeza apodera-se de mim.

Toco o corpo de uma papoila de carvão e a dor abraça-me.

Acabo por voltar a chorar o rosto dos sentidos.

Choro-me chorando a música que nos envolve.

Derramo lágrimas manchadas por todas as paisagens que vivo. Só!

Tenho as pernas desfocadas e levo as mãos á face em

Metamorfose.

Apercebo-me que eu já não sou.

Sou, agora, cara disforme e apressada.

Irritam-me as margaridas negras que lhe crescem na pele.

A ira toma conta de todo o meu ser.

Irritam-me as palavras que não ouço.

Irrito-me irritando a morte…

Olho em volta e não me lembro de quem fui.

Num só instante inseguro…

Rita Soeiro

Informações:

rita.soeiro5@gmail.com

917 145 792

http://lamarmita.blogspot.com/



Apoios:





Wednesday, May 07, 2008

Dois Pontos na La Marmita

Dois Programas Diferentes

No Estudio La Marmita
Rua França 6 perto do Sandeman na Ribeira de Gaia

E Agora Maria... A Matemática?

Teatro- Duração 50 min.

Do 12 ao 17 de Maio



Público alvo: Familiar e Juvenil
Público escolar – Ensino Básico (1º, 2º e 3º Ciclos) – dos 6 aos 15 anos
Sessões de Segundas a Sextas às 11H00 e 14H30
Público Geral: Sábados às 18H00

Encenação/Dramaturgia/Cenografia – Manuel Gama
Assistência de cenografia – Cristina Lucas
Interpretação – Clemência Matos e Manuel Gama
Coordenação de montagem – Manuel Gama
Operação Técnica – Ana Reis


Produção Dois Pontos - Associação Cultural



MALDITA MATEMÁTICA!!!" É o que a Maria diz sempre que vai ter teste... Porque o problema dela é que nem sequer enfrenta "O Problema". Um dia, em sonhos, faz uma viagem ao mundo dos números onde conhece um amigo especial... quando acorda, no dia do teste, ganha coragem e usando a sua imaginação e criatividade transforma o Problema numa Aventura. A partir desse momento começa a olhar os problemas com outros olhos...

À volta de um enorme tabuleiro com a forma de um mapa de tesouro os espectadores assistem, partilham e divertem-se com as aventuras da Maria e do seu amigo especial...



ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

Conversa Depois do Espectáculo - Após as representações, o público poderá colocar questões aos actores sobre o espectáculo e o teatro em geral.



A Velha Avarenta

Teatro-Dança inspirado num texto de Sophia de Mello Breyner Andersen

Duração: 35 min

Do 19 ao 30 de Maio



Público-alvo: a partir dos três anos

Público organizado: Escolas de ensino Pré-Escolar e 1º Ciclo.

Sessões de Segundas a Sextas às 10H00, 11H30 e 14H30

Público Geral: Sábados pelas 18H00

Encenação/Dramaturgia: Manuel Gama
Coreografia: Andrea Gabilondo
Banda Sonora: Tilike Coelho
Cenografia e adereços: Cristina Lucas
Desenho de luz: Rui Damas
Interpretação: Andrea Gabilondo
Assistência de Direcção: Clemência Matos
Operação Técnica: Ana Reis



Produção: Dois Pontos- Associação Cultural


Era uma vez… Era uma vez uma velha… Era uma vez uma velha avarenta… Tão avarenta, tão avarenta que queria ter tudo… A sua grande preocupação era ver se tinha tudo para ter o prazer de dizer: É TUDO MEU!!! Um dia a velha percebeu que tinha coisas (!) … tinha muitas coisas, mas estava sozinha…

Inspirado no texto "A CEBOLA DA VELHA AVARENTA" (uma pequena, deliciosa e quase desconhecida história da Sophia de Mello Breyner Andresen) este espectáculo é um momento inesquecível onde o teatro, a dança, os objectos e a voz se unem para deleite dos mais pequeninos…

Com muito humor e uma energia fora de série, uma velha muito velhinha mostra-nos como é bom partilhar.



ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

Conversa Depois do Espectáculo - Após as representações, o público poderá colocar questões aos actores sobre o espectáculo e o teatro em geral.



Reservas e informações:

doispontosassociacaocultural@gmail.com

TEL/FAX 225 103 067 - TM: 91-952-67-89

http://www.doispontosassociacaocultural.blogspot.com

La-Marmita@netcabo.pt

TM: 91-750-89-51

http://www.lamarmita.blogspot.com

http://www.lamarmita.com




Monday, April 07, 2008

Música Vanguardista para Cinema Mudo

Música: Michael von Unruh
Vídeos: Selecção de filmes mudos por o compositor

Michael von Unruh (clarinete baixo) é um dos músicos mais audazes no âmbito da música "free jazz" dos Estados Unidos.
Em 2003, fiz uma série de registros baseados em improvisações sobre uma série de filmes mudos em colaboração com Max Ridgeway (guitarra eléctrica) e Mark Foley (contrabaixo) O resultado é uma deliciosa forma de ouvir a música contemporânea.

Sexta-feira 18 de Abril às 21h30
Sábado 19 de Abril às 21h30
Quinta-feira 24 de Abril às 21h30
Sexta-feira 25 de Abril às 21h30

Preço Unico: 3 euros

Estúdio La Marmita, Rua de França, 6 (Perto do Sandeman)

Apoios: Câmara de Gaia e Casa da Cultura de Gaia

Contactos:

La-Marmita@netcabo.pt

Friday, February 15, 2008

Um Dia Dificil

Um Dia Difícil
Solo para uma bailarina desesperada

Fevereiro 22, 23 e 24 Talleres de Coayoacán- Cidade do Mexico
Março 27 pelas 21H30 Estudo La Marmita (Rua França 6 no cais de Gaia)






Coreografia: Andrea Gabilondo

Interpretação: Andrea Gabilondo

É uma sátira coreográfica que gira em torno do stress causado pelas situações limite a que, mais tarde ou mais cedo, todos estamos sujeitos.

Um dia difícil é tão absurdo que não pode ser mais real. È um "divertissement" duma situação quotidiana, que brinca com elementos comuns a todo ser humano




Thursday, October 11, 2007

Espectáculo Infantil de Dança-Teatro

Tiliiches, Tambaches e Cachivaches Durante todo o mês
Dança-Teatro para crianças


NOVEMBRO


Duração: 45 minutos
Público-alvo:
Público organizado: Escolas de ensino Pré-Escolar e 1º Ciclo
Sessões de Segundas a Sextas às 10H, 11H30 e 14H30

Público Geral: a partir dos quatro anos
Sextas e Sábados pelas 18H

Tiliiches, Tambaches e Cachivaches é uma festa de fantasia a partir das personagens de ficção criadas por o autor mexicano de contos e canções infantis Francisco Gabilondo Soler, conhecido por “Cri-Cri”.

Extraídas dos próprios relatos de Cri-Cri, as diversas personagens que habitam o mundo fantástico dos seus contos, como as letras que falam, as dificuldades dos animais da floresta, o Sr. Pimpirulando e a sua escola de cães, o papagaio poeta, dona Raposa e o telefone, o urso e a borboleta entre muitas outras personagens, inscrevem-se neste espectáculo que joga com histórias fantásticas utilizando como linguagem o movimento, a voz, a musica e o vídeo.



Concepção e Coreografia: Andrea Gabilondo
Música: Francisco Gabilondo Soler
Realização de Vídeo: Luis Miguel Sousa
Desenho de Luz: Francisco Teles

Intérpretes:
Braulio Bandeira
Jorge Pinho
Kuka Marques
Ni Fernandes

Espaço Cénico e Figurinos: Susanne Rösler
Ambiente Sonoro: Tilike Coelho
Produtora Executiva: Ana Garcia
Operação de luz e som: Francisco Teles
Operação de Vídeo: Inês Santos

Projecto apoiado por M/C- Ministério de Cultura IA – Instituto das Artes e a Câmara de Gaia

Tuesday, July 31, 2007

Um Día Difícil

Dança-Teatro em Agosto

Quinta 02 e Sexta 03 pelas 21H30

Sábado 04 e Domingo 05 pelas 18H30

Um Dia Difícil

Solo para uma bailarina

Coreografia: Andrea Gabilondo

Interpretação: Andrea Gabilondo

É uma sátira coreográfica que gira em torno do stress causado pelas situações limite a que, mais tarde ou mais cedo, todos estamos sujeitos.

Um dia difícil é tão absurdo que não pode ser mais real. È um "divertissement" duma situação quotidiana, que brinca com elementos comuns a todo ser humano

Local:

Espaço de Ensaios de La Marmita

Rua França 6 Ribeira de Gaia

Tuesday, July 10, 2007

Espectáculos Julho

Datas:

Sábado 14 às 21.30H

Domingo 15 às 18H

Segunda 16, Terça 17 e Quarta 18 às 21.30H


Local: Espaço de Ensaios de La Marmita- Rua França 6- Ribeira de Gaia






Atem
Coreografia de teatro-musical para um fagotista
Coreografia: Andrea Gabilondo baseada na partitura de Maurício Kagel

Intérprete: Robert Glassburner

A coreografia baseia-na partitura de Maurício Kagel, tomando liberdades teatrais e de movimento; todos os elementos da peça musical estão presentes mas elaborados de outra forma, sendo explorados através da linguagem de Dança-Teatro e restrito cenicamente a um mundo geométrico ao nível da luz.



When I Wear Point Shoes it Hurts Work in Process

Concepção e Coreografia: Andrea Gabilondo
Música: Vários autores

Intérprete:
Andrea Gabilondo

Uma bailarina descreve de uma forma irónica a história da dança e dos problemas que uma bailarina enfrenta nesta profissão. Por vezes a performer utiliza a voz para guiarmos na historia, outras vezes dança para descrever a través do movimento o estilo de certa época para logo reverter ao papel da bailarina, como as suas inseguranças. Por vezes há um confronto directo com o público como se fosse “stand up comedy”, outras vezes há poesia. A coreografia salta de uma situação a outra com leveza imaginação, percorrendo assim a história da dança.




The Battle of the Sneezing Stage- Estreia
Coreografía para dois intérpretes
Coreografia: Andrea Gabilondo

Intérpretes:
Andrea Gabilondo
Robert Glassburner

Duas personagens num mundo geometricamente linear são lentamente absorvida por as formas circulares. Este é um trabalho baseado nas ideais conceptuais de Marcel Duchamp, um jogo entre a música e o movimento onde a ironia e a imaginação estão sempre presentes.

Produção: La Marmita

Apoios: Câmara de Gaia/Casa da Cultura. Pé de Vento

Thursday, May 31, 2007

Workshop para Adultos em Junho

LA MARMITA - Associação Cultural

WORKSHOP DE EXPRESSÃO DRAMÁTICA E

MOVIMENTO CÉNICO PARA ADULTOS


Elsa Pierry-Grammare, Christina Zimmeramann, Viriato Morais, Nardo Vogt, Martin Mulhenweg, Freddie Trinidad, Claudia Wolf- Foto de Claudia Mel



Data: Quintas-feiras 7 e 14 de Junho e Sextas-feiras 8 e 15 de Junho

das 19H às 21H


Destinatários: Todos os interessados com ou sem experiência em teatro/ dança.


Orientação: Andrea Gabilondo

Espaço de Ensaios de La Marmita
Rua França 6-Ribeira de Gaia

Cada sessão está concentrada no comportamento físico, já que é através da acção física que os elementos do teatro – estar no palco – se revelam com mais força.
O atelier explora diversos níveis do universo da expressão física, centrando-se nos seguintes temas: 1) A expressão física, 2) A expressão da emoção através do gesto, 3) O uso expressivo do corpo, 4) Tipo de movimentos e gestos, 5) Concentração e confiança.

Numa primeira instância, o Atelier consiste em exercícios físicos de energia e expressividade corporal - a voz a partir do movimento – e exercícios de relaxamento e concentração, bem como jogos dramáticos como ferramentas para desenvolver a confiança e a criatividade e problemas de bloqueio durante o processo criativo, deixando assim surgir o génio criador que existe em cada um.

Considerando as pessoas que trabalham, o workshop está dividido em quatro sessões de duas horas por sessão. Total de horas: 8

JUNHO 2007

WORKSHOP

EXPRESSÃO DRAMÁTICA E

MOVIMENTO CÉNICO PARA ADULTOS

7 de Junho: A Expressão Física, concentração e confiança, o espaço cénico

8 de Junho: O gesto no uso expressivo do corpo

14 de Junho: Movimentos e gestos na composição duma personagem
15 de Junho: Reflexão e criação duma pequena peça de dança-teatro.

Local:

Espaço de Ensaios de La Marmita

Rua França 6

Ribeira de Gaia perto do Sandeman

Ficha de Inscrição

Nome:

Data de Nascimento:

Profissão:

Morada:

Código Postal:

Telefone:

E-mail:

A ser enviado para o E-mail:

la-marmita@netcabo.pt

Ou para o telefone:

91-750-89-51


Preço: 40 euros

Andrea Gabilondo




Natural do México. Formou-se em Dança Clássica e Contemporânea. Obteve uma Bolsa de Estudos por dois anos na Escola Vaganova de Leninegrado.

Trabalho por dois anos com a “Companhia de Dança de Lisboa”, sob a direcção de Rui Horta.

Entra na “Companhia de Dança-teatro de Reinhild Hoffmann” na cidade de Bochum, Alemanha, onde permaneceu durante sete anos.

De volta em Portugal tem criado vários programas : “ A Cadeira”, “ Hiperacusia” “ A Entrevista”, “ A Voz de Melpómene”, “Xa Hei Paparata Te”, “ Os Convidados”, “Atem” , “ Sequenza”, “Isto é…o que é isto?” “A Porta Aberta”,“Um dia difícil”, “Hoje a Tarde” e “Heaven”. Tem ainda realizado espectáculos no México e na Alemanha.

De 1999 até 2005 foi professora de Dança Contemporânea e Expressão Dramática na Escola de Dança Ginasiano.

É co-fundadora da Associação Cultural “La Marmita”.

Actualmente está a finalizar um mestrado em coreografia na cidade de Tilburg na Holanda.

Monday, May 14, 2007

The Bridge

Excerpt of ICKL Proceedings 1999
LABAN, LEEDER... MEMORY OF MOVEMENT
by
Teresa Monsegur

You have to give the best of yourself without trying to be perfect

Sigurd Leeder



The last class
I remember that morning very clearly; it was one of the last classes with Leeder. The
enthusiasm we then shared is always with me; it’s what drives me, the ever-existing game,even when things get difficult.
That morning, together with the other members of the course, we were doing the exercise that Leeder had suggested to me: to make a bridge. In the previous session he had talked to us about the idea of a bridge: as a link between two places, as a construction from two opposed landscapes, as spaces that join from two different shores... But also as a link between different ideas and ways of performing, or as a place suspended in space between two different realities...which allow us to know others and ourselves, to join, share, compete.
Bridges that are destroyed and built eternally in the winds of history...
That morning I was building a bridge with two groups of dancers placed on opposite sides of the room. Through levers and wheels and elements that pile up, join, screw; bit by bit, the dancers projected structures that fitted in with the ones that, in a symmetrical way, were being created at the other side of the stage.
And Leeder was there, present, with a presence that stimulated and respected the discoveries that were made, sharing the enthusiasm generously. For this reason the room was more like a big kitchen where we were all sharing the excitement of making a cake.

Introduction
I feel, humbly and deeply, that I am the retainer and transmitter of a tradition that understands art as an exercise of humanity and freedom.
I’m not going to talk about technical problems, go deeply into notation systems or develop any rigorous historical studies. But I want to talk about some experiences, which were deeply artistic, and took place, many years ago, in a very poor and beautiful remote country; and of how these experiences continued to spread in spite of storms, and of the strange ways in which they have been fruitful. I want to talk about the period in which Sigmund Leeder was.

Excerpt of ICKL Proceedings 1999
the director of the “Escuela de Danzas”, which was part of the College of Musical Arts and Science of the University of Chile.


History

All through the twenties, Laban was engrossed in the process of teaching and developing his theories about movement. Sigurd Leeder collaborated directly with him from a self-taught perspective. And that school and that system, became the link between Kurt Jooss and Leeder, who would train and forge their artistic relationship there; the former as choreographer and the latter as educator.
This was, broadly speaking, the beginning of what would later, with the Diaspora that
Hitler’s rise to power brought, spread all around the world.
The Jooss Ballet arrived to Chile in 1941, moving the Chilean artistic world by revealing the great possibilities of human movement as a theatrical language, due to it’s unity of conception, the deepness of it’s contents, the rigorous execution, musicality and thematic versatility. It became obvious then, as there were already plans to create a National Ballet, why the Institute of Musical Extension of the University of Chile signed up three of the members of the Jooss Ballet, Ernst Uthoff, Lola Botka and Rudolf Pesht, to create a dance school dependant of the University. This school would later become the origin of the Chilean National Ballet.
At first, the school and the Ballet were practically the same entity and it was possible to combine the tasks of both institutions. However, after some time, the growing national and international success, the enormous amount of applications to study dance in Chile and the difficulty of combining the professional work of the dancers and choreographers with the teaching, made it necessary to separate the school from the Ballet. This brought a change of the syllabus to adapt it to the new requirements that emerged and to make the educational work professional. It became obvious then that it would be essential to have someone directing the school full time. For this reason, Sigmund Leeder was chosen in 1959 to direct
the Escuela de Danzas.

Leeder in Chile
In 1928, Leeder had presented in Germany, his Kinetography, which came directly from a study Laban had made on movement notation. This difficult task was a manifestation of his spirit of invention, his love for perfection and his patience. He continued working on the process of developing the art of writing during all his life, trying to make it precise, clear and systematic. So, when he arrived in Chile in 1959, he brought with him a solid theory that immediately became part of the Curricular Design of the school. To my knowledge, this was the first time that movement notation based on Laban was taught in an Official School, at least in the Hispanic world.
Leeder developed his own methods of Dance Technique, Coreuthics, Eukinethics and
Kinetography. The pillar on which he based his educational action, was the idea of not training dancers but of educating human beings to become fully so, therefore, to become artists: as Schiller said “Only in play is man fully himself”...

Dance, as an educational discipline and artistic expression, is and will become increasingly important and, in time, will gain recognition in other educational systems. ”
As for specific training, it says:
“ The dancer should not be trained inside the conception of a specific stylistic. He should be allowed to develop his technical and expressive skills as widely as possible. The training must turn him into an instrument that is sensitive to the richness that today’s theatrical expression demands. ”
“The choreographer’s training must contain the analytical knowledge of the whole dance complex and a clear comprehension of the emotional contents of movement, and of its dynamic and formal sense. ”
“The training of teachers directed to amateurs is based on the fact that dance has always played an essential role in the social activities of every culture, it was never confined exclusively to the stage. ”t has always acted as a harmonising power, and this is due to the fact that its performance affects the human being in its physical, emotional and intellectual integrity.”
For all these reasons, Leeder saw the necessity of justifying the notation of movement as a subject and a specialisation. About this matter he says:
“It’s necessary to have a notation system that can register any type of movement and is capable of giving us a precise image of its characteristics in time, space and energy."...


Leeder adapted Laban’s system by structuring a training methodology in which all the aspects of movement would be worked on, to try and educate dance professionals to have a wide artistic, critical and analytical spirit. Curious and sensitive people, who are able to think, analyse and compare and are not limited by anything, not even a style of dance.

Leeder the teacher
Each significant apprenticeship makes us question everything we had learnt before when the act of teaching becomes an important part of life. As Ortega y Gasset said: “A lesson is a highly dramatic incident for the one who gives it and for those who receive it. When this doesn’t happen it’s not a lesson but something else ñmaybe a crime- because it’s an hour lost and life is limited by time, so losing part of it is like killing life, like practising white murder.”...

In the pedagogy lessons he used to say to me: -Each lesson I give is dedicated specially to one student, in each lesson I try to watch one person and adapt the movement so that it helps them specifically in their own dance. This was the way in which Leeder was present in his classes and it’s also the sign of the teacher’s greatness...
He once told me that he had learnt never to judge talent in others because of an incident he had witnessed: Laban had a student in his school whom he used to lose his patience with.
She was a bit fat and not flexible at all. She couldn’t raise her leg more than 20 or 30 degrees and she did this with great effort: she had to put her leg on a chair and... Hop! She lifted it with both hands. So Laban was constantly expelling her from his classes: -Hey you, no talent, out! But she would come back again and again. After a few years the woman disappeared and they never saw her again. They thought the woman had gone back to her home to do her “housework”. One day, though, while on tour, they went into a small theatre where a small dance festival was taking place and they watched and were very touched by a woman dancing, who drew triangles in space with her body and left them there, set up in space. This woman was, no other than Mary Wigman. From this experience they learnt or tried to learn that another person’s talent should never be questioned. This was very important, not only as a personal way of seeing things, but also as and educational concept.

http://www.ickl.org/conf99_proceedings/monsegur.pdf

Tuesday, April 10, 2007

You need a Stair to Reach to the Stars

Solitary Beach in Espinho


“Sure, the whirlwind of inspiration can carry our ‘creative airplane’ above the clouds […] without running down the runaway. The trouble is that these flights do not depend on us and do not constitute the norm. It is within our possibilities to prepare the ground, to lay the rails, that is to say to create the physical actions reinforced by truth and conviction”

These are the words of Stanislavski.

It is very easy to dream to do something profound. It is much more difficult to actually do something profound. An old Russian proverb says, ‘if you go to your porch, look up at the sky, and jump to the stars, you will just land in the mud. Often the stairs are forgotten. The stairs must be constructed. This Grotowski never forgot. One can easily get lost thinking, about the profound metaphysical side of a work, and forget completely the sacrifice and practical labour behind the results.

At Work with Grotowski on Physical Actions by Thomas Richards

Friday, April 06, 2007

Thursday, February 15, 2007

Creativity is a Private Affair



Creativity is a private affair. It is the process of rummaging through and penetrating the intimate world of accumulated memories, thoughts, and sensations down to the very nature of being. If the process of creating does not begin at the source, it stands the danger of becoming a surface experience resulting in a superficial display.

Murray Louis

Speaking about the background of his creative work Aaron Copland wrote:

“What, after all do I put down when I put down notes? I put down a reflection of emotional states; feelings, perceptions, imagining, intuitions. An emotional state, as I use the term, is compounded of everything we are: our background, our environment, our convictions. Art particularizes and makes actual these fluent emotional states. Because it particularizes and makes it actual, it gives meaning to ‘la condition humaine’.

Thursday, February 08, 2007

A World of Images



Whenever we begin to work or to attend to something we have made or collected, a world of images opens up before us. As we move or make, write or speak, we bring in to existence the stories of that world. As we work we may feel we are at the edge of some story that we do not know, or moving in and out of different stories whose shapes we cannot quiet see. And as we continue to work and to respond to what we have made, these fragments may begin to cohere as clusters of images or loose narratives. These are not necessarily stories in words, nor are they generally the conventional type of story with a narrative line, a beginning and an end. But as we work we begin to get a sense of an emergent world with its own elements, its own way of coming together.

From A Widening Field. Journeys in Body and Imagination by Miranda Tufnell and Chris Crickmay

Saturday, January 27, 2007

Simple Ideas with Imagination

I am working in a children's project. I have loved in the past to create dance-theatre for children. A young audience is the most difficult one, if they get bored, you will know it.
The project I am working is based in my father's material. I never wanted to do it, because I feel is a big responsability to represent his incredible imaginative world of songs and stories. The challenge is not to re-create what has already being done, but to use my own imagination as well, I am sure he would have asked this from me.

The most difficult to do when working for a so young public, is that ideas have to be simple and extremelly imaginative. This was the strength of my father's work, a strenght we also find in the work of Jim Henson

Tuesday, January 23, 2007

Choreographic Transformation


Heaven 2 is the result of a choreographic transformation, a process that began with Heaven in March of 2006, as result of the adaptation of an earlier choreography called The Guests.
The Guests was premiered in the year 2000 in Porto. The cast was constituted by seven dancers and three extras. The research period had taken eight months and the rehearsal period two months. When I arrived to the studio I worked most of the time as what Jo Butterworth calls the “Choreographer as an expert”, this means I had absolute control over the concept, style and structure of the piece, guiding at the same time the performers in their interpretation (2004: 55).
Unfortunately we just had two performances and it was impossible to tour with it because the large cast made the piece expensive for travelling.

When I was invited to make a co-production this year with the Festival Arena in Erlangen, Germany, I was eager to make a new version of this choreography, this time for actors. The core of the theme stayed the same; I kept my favourite scenes and created new ones. The result was a completely new piece and my approach as a choreographer was more as an author at times, which means that I had the whole control of the piece but “in relation to capabilities and qualities of the performers” (Butterworth 2004: 55).
I took the original “script” and applied it to a more concrete situation. Four business men arrive to a dinner without knowing who had sent the invitation or why they were invited. They have never seen each other before and a clear power game develops between them. I maintained the figure of the butler, not as a representation of death, but of change- a kind of devil of transformation.

The choice of making a new adaptation of this choreography for my Masters course came from the interest of exploring the piece with dancers; my intent was to maintain the theme of the piece intact as well as most of the frame of the scenes and to develop its language into dance movement. My aim was to explore if this approach enriches or not a choreography that had been done for actors. I wanted to change my approach as a choreographer, letting much more freedom to the dancers for their interpretation and suggestions, which would make me according to Butterworth’s word a “choreographer as a pilot”, where there is an “active participation from both parties” (2004:55).

As far as the general expressive character of the piece, I maintained it as if it were a silent movie. This means exaggerating the facial expressions and playing with surreal pauses or tempos, something that had been done already in the German Expressionist Theatre.

"For the actors of Expressionist theatre, the issue was not only linguistic sensitivity to the text but also physical sensitivity to the plastic rhythms of the performance space. Movement and vocalization took on and became part of the total poetic form that constituted the staging of Expressionism’s sometimes symbolic, sometimes allegorical, but never realistic dramatic world".

(Kuhns 19997: 92)

During the sixties and seventies, avant-garde choreographers tended to reject theatre and narrative elements. By doing this they were placing themselves away from ballet and modern dance. In recent years, “post-modern dance has moved from denying theatricality to embracing it” (Banes 1994: 252). I have been experimenting with theatre now for many years, not just in choreographies done for dancers, but combining different kind of performers such as musicians, singers and actors. If someone would ask me how I would label my choreographies, then I would say they are “post-modern”.
Although Heaven 2 is not innovative, it has an individual signature and is a personal exploration. While the amount of time of rehearsals was too short for what I would have liked to achieve with professional dancers, nevertheless I am able to see the potential that this piece could have with more movement.

I thank all my marvelous colleagues for their great input and interpretation. You guys made this project possible, a miracle in so short time! Love you

Francisco Pedro
Sveinborg Porhalld
Keith-Derek Randolph
Joshua Trebi
Aphrodite Vervenioti



Banes, Sally (1994) Writing Dancing in the Age of Postmodernism,
USA: Wesleyan University Press
Barba, Eugenio (1991[1999]) A Dictionary of Theatre Anthropology,
London: Routledge
Butterworth, Jo (2004) Research in Dance Education. Vol 5, nº1,
ISSN 1464-7893 (print)
UK: Taylor & Francis Ltd
Kuhns, David (1997) German Expressionist Theatre. The actor and the stage,
UK: Cambridge University Press

Friday, January 05, 2007

Ballet Mecanique

January seems slow, but it is not. A time for organizing and planning. Some concerts, some dance-theatre, some workshops. A time also for creating two new pieces for children. One is a major project to be worked in Mexico, another one is to be presented in Porto. Besides all this I have to begin to work on my dissertation for my Masters.

I am finding some really interesting videos in the Internet, I would like to share with you. I post this one by Ferdinand Legers, Ballet Mecanique



You can find more information about this film at:

http://www.antheil.org/film.html


Thursday, January 04, 2007

Transforming



I love this video, it reflects the transformation of the idea, the way the mind composes, chooses and arranges, to create something new from the old, a new interpretation a new view.
It makes me think about the way I create my own scripts for choreographies. They all begin with the research of the idea. Many times the idea comes from a book, or a photograph, or painting. Sometimes the idea comes from a situation real or imagined. Once I know the theme I want to develop, I research as if I were going to write an essay, taking notes while I read. The material I find is always related to ideas of light, movement, characters, and costumes and so on, anything that can help me build the choreography. Many times it takes many pages of notes, others I resolve the theme in a very short time, with less research. Personally I always need a research period, so I can find what I call the heart of the choreography or dramaturgy, as Eugenio Barba writes:

The word text, before referring to a written or spoken, printed or manuscripted text, meant ‘a weaving together’. In this sense there is no performance that has no ‘text’.
That which concerns the text (the weave) of the performance can be defined as ‘dramaturgy’, that is, drama-ergon, ‘the ‘work of the actions’ in the performance. The way in which the actions work is a plot.

(1999: 68)

Saturday, December 30, 2006

Heaven Pictures 1

Taken by Francisco Teles at the Teatro Helena Sá e Costa

Choreography:Andrea Gabilondo; Music: Bach- Beethoven- Gergely Suto- Irving Berlin Kroke-Schubert, Sapo Perapaskero, TNX; Light Design: Rui Damas; Video:Luis Miguel Sousa; Props and Costumes: Susanne Rösler; Production Assistents: Claudia Wolf and Christina Zimmerman, Cast: Elsa Pierry-Grammare, Freddy Trinidad,Martin Mühlenweg, Nardo Vogt and Viriato Morais

Co-production: Festival Arena e La Marmita

Apoios:

Câmara Municipal de Gaia
MC- Ministério de Cultura- IA- Instituto das Artes
Festival Arena
Pé de Vento
Teatro Helena Sá e Costa
Dois Pontos- Associação Cultural


Ghostly Table



Practical ways of setting a table cloth. Viriato Morais and Freddy Trinidad



To the left? To the right? Freddy Trinidad



The fork is dirty. Viriato Morais and Nardo Vogt



At the table. Elsa Pierry-Grammare, Martin Mühlenweg, Nardo Vogt and Freddy Trinidad



Some wine? Viriato Morais and Martin Mühlenweg

Heaven Pictures 2

Is there more for lunch? Martin Mühlenweg, Freddy Trinidad, Viriato Morais, Elsa Pierry-Grammare and Nardo Vogt



Plate expressions.



I love my table. Martin Mühlenweg



Buisness Time 1



Buisness Time 2



Man in red



Rain of Papers

Sunday, December 03, 2006

Heaven apresenta-se no Porto


Os dias 11, 12, 13, 14 e 15, organizamos espectáculos para o publico escolar.

Os dias 15 e 16 espectáculos às 21.30 para publico em geral., no Espaço de ensaios de La Marmita. Rua de França 6 na Ribeira Gaia perto do Sandemans.

Nos dias 21 e 22, espectáculos no Teatro Helena Sá e Costa no Porto, Rua de Alegria com esquina na Rua da Normal Superior.

Heaven

Reflectindo ironicamente temas como a morte e convenções humanas que escravizam os seres humanos, a acção de Heaven decorre num espaço intemporal onde as personagens, executivos de sucesso, se encontram presentes para um elegante jantar.
Seis intérpretes dão corpo às personagens que revelam uma alta auto-estima, num universo de ilusões que vai ruindo à medida que são confrontados com a sua fragilidade existencial.
A coreografia recolhe elementos expressionistas, fundindo movimentos contrastantes e denunciando a futilidade e superficialidade de um mundo em que as aparências se revelam superiores à realidade.

Concepção e Coreografia
Andrea Gabilondo

Música

Bach- Beethoven- Gergely Suto- Irving Berlin Kroke-Schubert, Sapo Perapaskero, TNX

Realização de Vídeo
Luis Miguel Sousa

Desenho de Luz
Rui Damas

Espaço cénico e figurinos
Susanne Rösler

Assistente de Produção

Claudia Wolf- Christine Zimmerman

Intérpretes

Elsa Pierry-Grammare

Freddy Trinidad

Martin Mühlenweg

Nardo Vogt

Viriato Morais

Co-produção: Festival Arena e La Marmita

Apoios:

Câmara Municipal de Gaia
MC- Ministério de Cultura- IA- Instituto das Artes
Festival Arena
Pé de Vento
THSC