Saturday, December 30, 2006

Heaven Pictures 1

Taken by Francisco Teles at the Teatro Helena Sá e Costa

Choreography:Andrea Gabilondo; Music: Bach- Beethoven- Gergely Suto- Irving Berlin Kroke-Schubert, Sapo Perapaskero, TNX; Light Design: Rui Damas; Video:Luis Miguel Sousa; Props and Costumes: Susanne Rösler; Production Assistents: Claudia Wolf and Christina Zimmerman, Cast: Elsa Pierry-Grammare, Freddy Trinidad,Martin Mühlenweg, Nardo Vogt and Viriato Morais

Co-production: Festival Arena e La Marmita

Apoios:

Câmara Municipal de Gaia
MC- Ministério de Cultura- IA- Instituto das Artes
Festival Arena
Pé de Vento
Teatro Helena Sá e Costa
Dois Pontos- Associação Cultural


Ghostly Table



Practical ways of setting a table cloth. Viriato Morais and Freddy Trinidad



To the left? To the right? Freddy Trinidad



The fork is dirty. Viriato Morais and Nardo Vogt



At the table. Elsa Pierry-Grammare, Martin Mühlenweg, Nardo Vogt and Freddy Trinidad



Some wine? Viriato Morais and Martin Mühlenweg

Heaven Pictures 2

Is there more for lunch? Martin Mühlenweg, Freddy Trinidad, Viriato Morais, Elsa Pierry-Grammare and Nardo Vogt



Plate expressions.



I love my table. Martin Mühlenweg



Buisness Time 1



Buisness Time 2



Man in red



Rain of Papers

Sunday, December 03, 2006

Heaven apresenta-se no Porto


Os dias 11, 12, 13, 14 e 15, organizamos espectáculos para o publico escolar.

Os dias 15 e 16 espectáculos às 21.30 para publico em geral., no Espaço de ensaios de La Marmita. Rua de França 6 na Ribeira Gaia perto do Sandemans.

Nos dias 21 e 22, espectáculos no Teatro Helena Sá e Costa no Porto, Rua de Alegria com esquina na Rua da Normal Superior.

Heaven

Reflectindo ironicamente temas como a morte e convenções humanas que escravizam os seres humanos, a acção de Heaven decorre num espaço intemporal onde as personagens, executivos de sucesso, se encontram presentes para um elegante jantar.
Seis intérpretes dão corpo às personagens que revelam uma alta auto-estima, num universo de ilusões que vai ruindo à medida que são confrontados com a sua fragilidade existencial.
A coreografia recolhe elementos expressionistas, fundindo movimentos contrastantes e denunciando a futilidade e superficialidade de um mundo em que as aparências se revelam superiores à realidade.

Concepção e Coreografia
Andrea Gabilondo

Música

Bach- Beethoven- Gergely Suto- Irving Berlin Kroke-Schubert, Sapo Perapaskero, TNX

Realização de Vídeo
Luis Miguel Sousa

Desenho de Luz
Rui Damas

Espaço cénico e figurinos
Susanne Rösler

Assistente de Produção

Claudia Wolf- Christine Zimmerman

Intérpretes

Elsa Pierry-Grammare

Freddy Trinidad

Martin Mühlenweg

Nardo Vogt

Viriato Morais

Co-produção: Festival Arena e La Marmita

Apoios:

Câmara Municipal de Gaia
MC- Ministério de Cultura- IA- Instituto das Artes
Festival Arena
Pé de Vento
THSC

Saturday, November 04, 2006

Tour to Mexico

Glass on the ceiling of the Teatro de Bellas Artes.

We just came back from Mexico.

We had eight performances in the City and in Mazatlan, Culiacan and Los Mochis. Unfortunatelyey three tours were cancelled due to the unstable political situation, so in the middle of these long five weeks, we had many free days.

Eagle found in the excavations of the Templo Mayor


Nevertheless it was a positive experience to bring my work after 20 years of absence in the professional field.

On the other hand, to make contact with many friends after all these years in Europe,was a highly emotional experience.

In Valle de Bravo with actor Viriato Morais and my beloved Rene, widow of my mother


Mexico explosive as ever, chaotic, but its people warm and with an open heart.

I thank all of you that made this trip possible.


Of course tequila is a must! Light designer Rui Damas and actor Viriato Morais

Tuesday, September 26, 2006

For Three Months

This blog has been idle.

But not so the projects that seem to duplicate and the Masters in Choreography in between heavy periods of rehearsals and performances.




Heaven was well recieved in Germany and then in Porto where we performed in the Festival Set.




We travel tomorrow with "Afternoon Soap" to a whole month tour in Mexico.

Then a production project with the University of Performing Arts in Porto.

And in December, "Heaven" again in Porto with performances in the space of "La Marmita" and the Theatre Helena Sá e Costa.

I love my work, but I miss my quiet moments.

Wednesday, June 28, 2006

Last two weeks of rehearsals



We have being here rehearsing for almost two weeks, interrupted by some inevitable football games. As usual the hospitality of Arena and of the city of Erlangen are wonderful. I add to this the wonderful work atmosphere of all the team.

Opening night 8th of July at 19H in the "Experimentier Theatre"- Erlangen

Wednesday, June 07, 2006

Ciclo de Concertos- Junho e Julho

Ciclo de Concertos
Espaço La Marmita
Rua da França 6 - Ribeira de Gaia





JUNHO
Sábado 10 às 21H
Música electrónica
Eugene Kovax

Sábado 17 às 19H
Musica clássica e contemporânea
Obras de Telemann, Villa Lobos e Ellen Burr

Ellen Burr- flauta
Steve Burr- Percussão
Robert Glassburner- Fagote

Sábado 25 às 21H
Música electrónica
Stephane Blok

Quinta-feira 29 às 21H
Música electrónica

Stephane Blok- Eugene Kovax

JULHO
Sábado 1 às 19HRecital de violoncelo solo
Obras de Bach, Crumb e Cassadó

Bruno Cardoso- violoncelo

Sábado 8 às 21H
Rock contemporâneo português

Elfland

Sábado 15 às 22H
Música clássica do século XX
Obras de Jolivet e Villa Lobos

Aldo Salvetti- oboé
Robert Glassburner- fagote

Domingo 16 às 19H
Música clássica do século XX
Obras de Jolivet e Villa Lobos

Aldo Salvetti- oboé
Robert Glassburner- fagote

Sábado 22 às 19H
Confronto com o contemporâneo

Tilike Coelho- percussão
Robert Glassburner- fagote

Entrada: 5 euros

Tuesday, June 06, 2006

10 de Junho- Música Electrónica

No Espaço La Marmita
Rua de França, 6 - Ribera de Gaia ☞`
Pelas 21H

Musica Electrónica
Eugene Kovax




“Eugene kovax” iniciou-se na primavera de 2004 como projecto de improvisação livre e informatizado dos húngaros Zoltan Santa e Gergely Suto, Violonista e Clarinetista da Orquestra
Nacional do Porto. Entretanto também se tornou no projecto a solo de Gergely, sendo o violino então substituído por um controlador MIDI a sopro, ou por vezes,
por um clarinete. Equipado ainda com um baixo eléctrico, e um laptop, Gergely arrisca-se a uma performance entre Homem-Orquestra e DJ-Act em que a principal intenção é conseguir infil trar uma música electrónica com ideias espontâneas de improvisação.

Gergely Süto nasceu em Budapeste, Hungria, em 1972. Começou a estudar clarinete aos dez anos de idade. Em 1992, obteve o diploma de solista na classe de Robert Kemblinsky, no Conservatoire de Lausanne, Suiça. Posteriormente, especializou-se em clarinete baixo com Jean-Marc Volta, em Paris. Recebeu vários prémios em concursos nacionais suíços e em 1992 ganhou o 2° prémio no Concours International de Sonates de Vierzon (França), com o pianista Cédric Pescia. A partir de 1993, foi instrumentista convidado da Orchestre de Chambre de Lausanne e durante a temporada 1995-96, foi convidado para o lugar de 1° clarinete na Orchestre Symphonique de Bienne, Suiça. Em 1997, numa primeira incursão em Portugal, colaborou como segundo clarinete na Orquestra Gulbenkian, Lisboa. Entre 1998 e 2000, actuou com a Filarmonia Nacional da Hungria. Desde 2000, é músico da Orquestra Nacional do Porto. Para além da carreira de música clássica, Gergely Süto tem desenvolvido actividades musicais paralelas no âmbito da composição, improvisação e música electrónica.

Saturday, May 13, 2006

Adeus Querido Rui Lima


Para uma bela pessoa, grande colega de muitos anos, descansa e brinca com as luzes do ceu.

Amor de parte de todos nos



Foto by Gregory Colbert

Wednesday, April 05, 2006

Pictures of the Concert

All pictures by Claudia Mel.


Waiting for the public in "La Marmita Space"




Robert Glassburner playing Kagel



Aldo Salvetti playing Berio



Gergely Suto playing Reich


Sunday, March 26, 2006

Música Contemporânea e Mostra de Vídeo

No espaço La Marmita



Concerto de Musica Contemporânea e Mostra de Vídeo Arte
Sábado 1 e Domingo 2 de Abril às 16.30H
Rua de França 6 – Perto do Sandemans em Vila Nova de Gaia

Atem
Coreografia de teatro-musical para um fagotista







Coreografia: Andrea Gabilondo , baseada na partitura de “Atem” de Maurício Kagel
Interpretação: Robert Glassburner

Gravação em estudo: Robert Glassburner e Tilike Coelho

Mauricio Kagel escreveu para a estreia de Atem no Curso Internacional de Nova Música em Darmstad em 26 de Agosto de 1970: “ Um dos meus vizinhos é um instrumentista de sopros aposentado. A sua actividade principal nestes dias é a de preparar palhetas para os colegas. Para verificar a qualidade das palhetas, ele sempre toca a mesma curta sequência de notas ( floreado/ rápido/ floreado/ pausa/ floreado).
O filho do velhote também mora na mesma casa, é trinta anos mais jovem e também é músico. Toca o trombone.”
A partir de aqui Kagel cria Atem, uma composição para um instrumentista de sopros a solo e gravação de efeitos de som na qual se desenvolve uma cena: um músico entra, senta-se e toca. As notas que tenta tocar, poucas vezes saem limpas provocando um monólogo interior onde o texto consiste em sons em vez de palavras. Nesta evocação da visão do teatro de Samuel Becket, o músico envelhece, e ao final incapaz de tocar sem distorção, morre...

A coreografia baseia-se nesta partitura, tomando liberdades teatrais e de movimento; todos os elementos da peça musical estão presentes mas elaborados de outra forma, sendo explorados através da linguagem de Dança-Teatro e restrito cenicamente a um mundo geométrico ao nível da luz.

Robert Glassburner

Natural dos Estados Unidos, estudou na Wichita State University com Michael Dicker e Dennis Michel, com Harold Goltzer da Filarmónica de Nova Iorque e com Arthur Weisberg na Yale School of Music.

Foi fagotista solista na Connecticut Philarmonic, Orquesta Sinfónica de Maracaibo, Venezuela, Ópera do Teatro de Bellas Artes-Cidade do México, no Teatro S. Carlos-Lisboa, e foi associado com a Limburgs Symphonie Orkest- Maastricht, o Ensemble Ad Libitum-Maastricht, a Orquesta Sinfónica de Galicia, e a Radio Filharmonisch Orkest-Hilversum. Foi artista convidado no Orlando Festival (Holanda), 1992.

Foi premiado na National Collegiate Solo Competition e no Concours International de l’UFAM ( Paris).

Desde 1995 é professor de fagote e música de câmara no Conservatório de Música do Porto e na Escola Profissional de Espinho.

Em 1993 ingressa na Orquestra Nacional do Porto onde toca actualmente como
solista A

Sequenza VII para Oboé




Música: Luciano Berio

Aldo Salvetti, Oboé

Notas do compositor:

“O teu perfil é a minha paisagem frenética, segurada à distância
É um fogo de amor falso, que é insignificante: é morto”

Sequenza VII é habitada duma espécie de conflito permanente – para mim muito expressivo e as vezes dramático – entre a velocidade extrema da articulação instrumental e a lentidão do processo musical que sustenta o percurso da obra: por exemplo ter uma certa imobilidade dos registros, uma prolongada ausência de algumas notas e a gradual invasão de certos intervalos, (como a quinta perfeita, por exemplo, que faz lembrar o famoso solo de corno inglês da ópera “Tristan e Isolde” de Wagner).
Com a Sequenza VII (como com as Sequenzas para flauta, tromba, clarinete, trombone e fagote) prossegue-se a minha pesquisa duma polifonia virtual. Nesta Sequenza, a parte solista é colocado em perspectiva, se fosse analisado pela presencia constante de uma “tónica”, um Si natural, que podia ser tocado em pianíssimo por qualquer instrumento fora do palco.
Sequenza VII foi escrito em 1969 para o oboista Heinz Holliger.


Aldo Salvetti

Nasceu em Veneza, onde aos 20 anos començou o estudo do oboé con Giorgio Trentin.
Em 1987 diplomou-se no Conservatório de Música "Giuseppe Verdi" de Milão, na classe de Giacomo Calderoni.
Concluiu o Curso de Licenciatura em Basileia e em Zurique, com Emanuel Abbhül e Thomas Indermühle.
Integrou a Orquestra Nacional da Academia de Santa Cecilia em Roma, e colaborou regularmente com a Symphonisches Orchester Zürich e a Basel Sinfonietta.
Foi Primeiro Oboé da Orchestra Sinfonica Siciliana e Chefe de Naipe dos Oboés da Vogtland Philharmonie Greiz-Reichenbach.
Desde 1996 reside em Portugal, onde foi Primeiro Oboé da Orquestra Clássica do Porto e, actualmente, è Chefe de Naipe da Orquestra Nacional do Porto.
Colabora regularmente, desde a sua criação em 2001, com a OrchestrUtópica.
Desde 1997 è professor de Oboé e Música de Conjunto na Escola Profissional de Música de Espinho.
È docente da Licenciatura em Música da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, e do Istituto Piaget, Campus Universitário de Almada.

New York Counterpoint
Concerto para clarinete de música minimalista







Música: Steve Reich

Gergely Süto, clarinete solo e clarinetes pré-gravados

Notas do compositor:

“New York Counterpoint” foi escrito em 1985, como encomenda da Fundação Fromm para o clarinetista Richard Stoltzman.
A obra segue uma ideia já utilizada em Vermont Counterpoint (1982) onde um solista interage com uma gravação previamente feita pelo mesmo intérprete. No caso de New York Counterpoint, a gravação consiste de dez vozes de clarinete e clarinete baixo com a décima primeira voz tocada ao vivo em cima da gravação.
A peça tem três andamentos: rápido, lento, rápido, que se tocam seguidamente e sem pausa. O compasso da peça é 3/2 = 6/4 (=12/8), com as mudanças de tempo em relações proporcionais simples. Especialmente no terceiro andamento Reich aproveita as ambiguidades rítmicas desta batuta, juntando três grupos de quatro ou quatro grupos de três notas, marcando a diferença só pela mudança da
acentuação.

Gergely Süto

Gergely Süto nasceu em Budapeste, Hungria, em 1972. Começou a estudar clarinete aos dez anos de idade. Em 1992, obteve o diploma de solista na classe de Robert Kemblinsky, no Conservatoire de Lausanne, Suiça. Posteriormente, especializou-se em clarinete baixo com Jean-Marc Volta, em Paris. Recebeu vários prémios em concursos nacionais suíços e em 1992 ganhou o 2° prémio no Concours International de Sonates de Vierzon (França), com o pianista Cédric Pescia. A partir de 1993, foi instrumentista convidado da Orchestre de Chambre de Lausanne e durante a temporada 1995-96, foi convidado para o lugar de 1° clarinete na Orchestre Symphonique de Bienne, Suiça. Em 1997, numa primeira incursão em Portugal, colaborou como segundo clarinete na Orquestra Gulbenkian, Lisboa. Entre 1998 e 2000, actuou com a Filarmonia Nacional da Hungria. Desde 2000, é músico da Orquestra Nacional do Porto. Para além da carreira de música clássica, Gergely Süto tem desenvolvido actividades musicais paralelas no âmbito da composição, improvisação e música electrónica.

Vídeo

Noelle Greorg, Carlos Carrilho e Antje Feger/Benjamin Florian Stumpf




Organização: Claudia Mel

"Em quantas coisas que me emprestaram eu sigo no mundo. Quantas coisas que me emprestaram guio como minhas!" Álvaro de Campos

Ocupar um espaço, na cidade, na cultura.
Encontrar um lugar e fazê-lo próprio, pátilhar-lo com os outros... produzir, criar. Os recursos estão à volta. Deixar marcas.


Noelle Greorg
La rue est a nous


A rua e nossa e um film sobre a occupacao do espaco publico. E o latin squat
mini dv, cores, som 2min46, 2005

Carlos Carrilho
I Belong

video, p/b, som, 07'50", 2005

Esperrei tanto tempo. Foi isto que vim, de tao longe, procurar? Sinto que algo me observa, aguardando por mim. Mas não fugirei. Que engraçado! Tudo isto é tão feio e no entanto tão confortavel! Nunca, nunca mais quero sair de aqui.


Antje Feger/Benjamin Florian Stumpf

Video, cor, 04'59'', 2005

trafic-time-space/us in between/non stop-stop

Este evento está inserido dentro da programação, "Gaia ConVida", uma iniciativa da Câmara Municipal de Gaia.

Apoios:

Câmara Municipal de Gaia
Dois Pontos- Associação Cultural

Pé de Vento

Teatro Helena Sá e Costa

Produção: La Marmita

Monday, March 20, 2006

Heaven- Rehearsals 2



Rich in imagery and symbolism, the characters of the dance-theatre piece Heaven, are caught in a timeless, absurd and ecstatic world.

The characters are unaware who invited them to this elegant dinner and for what motive. We see at first confident business men preparing for an important meeting that will slowly transform itself into the site of existential enquiry as they drop their self-assured masks.

There is an overall extreme austerity that envelops the choreography broken by moments of colourful irony.
Video projections, mostly in black and white, using the techniques of close-up and fragmentation of the performer’s image on stage, give the chilling effect of an uninvited ghost.

The choreography makes use of elements of the Expressionist Theatre, blending sharp contrasting movements with motionless continence.
The voice is used sparingly, often as a dehumanized sound, as a portrayal of the mood and mental state of the characters, providing scenes of grotesque beauty.

Heaven is an ironic meditation on death and about our absurd conventions that hold us as slaves to our inner selves.

Sunday, March 19, 2006

Heaven-Rehearsals


Photo by Claudia Mel
Originally uploaded by tangaloa.

Our first period of rehearsals is over. In two weeks it was possible to create the whole frame of a one hour piece, the kind of work I call "choreographic theatre".

The team is fantastic on stage and out of stage, it is a big luxury to be surrounded by wonderful human beings, to all of you, thank you so much!

The Team

Performers:

Elsa Pierry-Grammare, Freddy Trinidad, Martin Muhlenweg, Nardo Vogt and Viriato Morais

Behind the stage:

Video Artist: Luis Miguel Pereira- Light Designer: Rui Damas- Costumes and Propos: Susanne Rosler- Producers: Claudia Wolf and Christina Zimermann- Photograher: Claudia Mel-

The Creator and writer of this blog: Andrea Gabilondo

This is a co-production between Arena and La Marmita

Sunday, February 12, 2006

La Marmita no Contagiarte



LA MARMITA no CONTAGIARTE 16 e 17 de Fevereiro ás 23.30
Rua Alvarez Cabral 372- Porto

Atem
Coreografia de teatro-musical para um fagotista

Coreografia: Andrea Gabilondo , baseada na partitura de “Atem” de Maurício Kagel

Interpretação: Robert Glassburner

Gravação em estudo: Robert Glassburner e Tilike Coelho

Mauricio Kagel escreveu para a estreia de Atem no Curso Internacional de Nova Música em Darmstad em 26 de Agosto de 1970: “ Um dos meus vizinhos é um instrumentista de sopros aposentado. A sua actividade principal nestes dias é a de preparar palhetas para os colegas. Para verificar a qualidade das palhetas, ele sempre toca a mesma curta sequência de notas ( floreado/ rápido/ floreado/ pausa/ floreado).
O filho do velhote também mora na mesma casa, é trinta anos mais jovem e também é músico. Toca o trombone.”
A partir de aqui Kagel cria Atem, uma composição para um instrumentista de sopros a solo e gravação de efeitos de som na qual se desenvolve uma cena: um músico entra, senta-se e toca. As notas que tenta tocar, poucas vezes saem limpas provocando um monólogo interior onde o texto consiste em sons em vez de palavras. Nesta evocação da visão do teatro de Samuel Becket, o músico envelhece, e ao final incapaz de tocar sem distorção, morre...

A coreografia baseia-se nesta partitura, tomando liberdades teatrais e de movimento; todos os elementos da peça musical estão presentes mas elaborados de outra forma, sendo explorados através da linguagem de Dança-Teatro e restrito cenicamente a um mundo geométrico ao nível da luz.

New York Counterpoint
Concerto para clarinete de música minimalista


Música: Steve Reich

Gergely Süto, clarinete solo e clarinetes pré-gravados

Notas do compositor:

“New York Counterpoint” foi escrito em 1985, como encomenda da Fundação Fromm para o clarinetista Richard Stoltzman.
A obra segue uma ideia já utilizada em Vermont Counterpoint (1982) onde um solista interage com uma gravação previamente feita pelo mesmo intérprete. No caso de New York Counterpoint, a gravação consiste de dez vozes de clarinete e clarinete baixo com a décima primeira voz tocada ao vivo em cima da gravação.
A peça tem três andamentos: rápido, lento, rápido, que se tocam seguidamente e sem pausa. O compasso da peça é 3/2 = 6/4 (=12/8), com as mudanças de tempo em relações proporcionais simples. Especialmente no terceiro andamento Reich aproveita as ambiguidades rítmicas desta batuta, juntando três grupos de quatro ou quatro grupos de três notas, marcando a diferença só pela mudança da
acentuação.

Tuesday, January 31, 2006

Night and Day


Siegfried Kracauer is the sort of man who can’t say “It’s a lovely day” without first establishing that it is a day, that the term “day” is meaningless without the dialectical concept of “night”, that both these terms have no meaning unless there is a world in which day and night alternate, and so forth. By the time he has established an epistemological system to support his right to observe that it’s a lovely day, our day has been spoiled

(Kael 1965:269)

Tuesday, December 20, 2005

Thanks KB



She reminded me I haven’t posted here for a long time!

I got distracted.

Distracted writing an essay about Semiology and Phenomenology
Distracted creating nine choreographies
Distracted looking for a performance and rehearsal space
Distracted procrastinating when I felt it was just too much work, what I call “Frozen on Time” or “If you Panic Just Stare at the Wall”

The Sneezing Stage, the name of a Duo to be performed in Holland, part of my Masters assignments. Funny I choreograph all the time, but because I know this Duo will be graded, I am again watching at the wall, looking more at my sneezing toe.

I should make a special Blog for my space to announce the activities….I know, one more thing to do in case I don’t have enough.

Hi all!! And thanks KB

Thursday, October 27, 2005

Verbal Abstraction




1- The cow known to science ultimately consists of atoms, electrons etc.. according to present-day scientific inference…….

2- The cow we perceive is not the word but the object of experience, that which our nervous system abstracts (selects)……

3- The word “Bessie” (cow) is the name we give to the object of perception of level 2. The name is not the object; it merely stands for the object and omits reference to many characteristics of the object.

4- The word “cow” stands for the characteristics we have abstracted as common to cow, cow, cow. Characteristics peculiar to particular cows are left out.

5- When Bessie is referred to as “livestock” only those characteristics she has in common with pigs, chickens, goats, etc. are referred to.

6- When Bessie is included among “farm assets” reference is made only to what she has in common with all other saleable items in the farm.

7- When Bessie is referred to as an “asset” still more of her characteristics are left out.

8- The word “wealth” is an extremely high level of abstraction, omitting almost all reference to the characteristics of Bessie.

(McKim 1972, 128)

p.s. Poor Bessie :-(

Therefore I don’t eat meat.

So much for becoming an academic LOL

Wednesday, October 26, 2005

Aesthetic Experience

Photo by Tiburcio Gabilondo



The face of the water, in time,became a wonderful book--a book that was a dead language to theuneducated passenger, but which told its mind to me without reserve,delivering its most cherished secrets as clearly as if it utteredthem with a voice………In truth, the passengerwho could not read this book saw nothing but all manner of prettypictures in it painted by the sun and shaded by the clouds,whereas to the trained eye these were not pictures at all,but the grimmest and most dead-earnest of reading-matter.
Now when I had mastered the language of this water….I had made a valuable acquisition.But I had lost something, too. I had lost something which could neverbe restored to me while I lived. All the grace, the beauty, the poetryhad gone out of the majestic river! I still keep in mind a certainwonderful sunset which I witnessed when steam boating was new to me.A broad expanse of the river was turned to blood; in the middle distancethe red hue brightened into gold, through which a solitary log came floating,black and conspicuous; in one place a long, slanting mark lay sparkling uponthe water; in another the surface was broken by boiling, tumbling rings,that were as many-tinted as an opal; where the ruddy flush was faintest,was a smooth spot that was covered with graceful circles and radiating lines,ever so delicately traced; the shore on our left was densely wooded,and the sombre shadow that fell from this forest was broken in one placeby a long, ruffled trail that shone like silver; and high above the forestwall a clean-stemmed dead tree waved a single leafy bough that glowedlike a flame in the unobstructed splendour that was flowing from the sun.There were graceful curves, reflected images, woody heights, soft distances;and over the whole scene, far and near, the dissolving lights driftedsteadily, enriching it, every passing moment, with new marvels of colouring.

I stood like one bewitched. I drank it in, in a speechless rapture.The world was new to me, and I had never seen anything like this at home.But as I have said, a day came when I began to cease from noting the gloriesand the charms which the moon and the sun and the twilight wrought uponthe river's face; another day came when I ceased altogether to note them.Then, if that sunset scene had been repeated, I should have looked uponit without rapture, and should have commented upon it, inwardly, afterthis fashion: This sun means that we are going to have wind to-morrow;that floating log means that the river is rising, small thanks to it;that slanting mark on the water refers to a bluff reef which is goingto kill somebody's steamboat one of these nights, if it keeps on stretchingout like that; those tumbling 'boils' show a dissolving bar and a changingchannel there; the lines and circles in the slick water over yonderare a warning that that troublesome place is shoaling up dangerously;that silver streak in the shadow of the forest is the 'break' from a new snag,and he has located himself in the very best place he could have foundto fish for steamboats; that tall dead tree, with a single living branch,is not going to last long, and then how is a body ever going to get throughthis blind place at night without the friendly old landmark.

No, the romance and the beauty were all gone from the river.

From Life on the Mississippi
Mark Twain (1883)

Wednesday, October 19, 2005

A Cloud of Milk in a Cup of Tea

Photo of a Nebula probably by Hubbel


Just as in music or in painting there is no such thing as an "ugly" sound or outward "dissonance", so too in dance the inner value of every movement will soon be felt and the inner beauty will replace outward beauty.
From unbeautiful movements issues and unrecognized force and living power. From this moment on, the dance of the furture begins.

Hugo Ball 1917

Sunday, October 16, 2005

No Conclusions

Picture by Tiburcio Gabilondo

In the theatre the small experiment and the big show both can have quality and meaning. All that matters is that they should aim at capturing truth in life. Captivity kills fast. For this reason there are no conclusions. The method must always change.

Peter Brook

Wednesday, October 12, 2005

Theatre and Tall Men


Picture by Armastaja

In the theatre, tall people should be forbidden to sit in front of shorter humans, especially if they have a fluffy, extended hairdo.
Or perhaps the theatre management could graciously offer cushions for the individuals whose height doesn’t reach more than 1.61 meters, as a preventive measure.

Anyone would think I am crazy. Here I am at a jazz concert and although I could just close my eyes and hear the music, I would also like to see what is going on stage, at the end I also paid a ticket.

Great! The guy in front of me just moved to his left and I can glimpse for a short time to a collection of marvellous Brazilian percussions.
It seems that the musicians are entering on stage; I know it because people applaud.
I don’t applaud, I can just assume that the applause is for the musicians, although it could be for anything that is going on stage. So I don’t know if they are already there, although the music I begin to hear I doubt is just playback.
…………………………………………
New music now.
My spine is hurting; I have been bending to the right and to the left, with no success. So I continue writing on the dark. People at my side stare at me with offensive looks. Well, I ask myself, isn’t this a free theatre? I can write while I listen to the music, don’t I?

I am tired of staring at this man’s hairdo. Actually, I am beginning to hate him. The music seems just too loud and by the way, the synthesiser sound has a too high pitch, why he just plays does uncomfortable high notes? I want to scream.

The volume seems louder now.
I want to go home!! But I am stuck in the middle of this crowded row.
I want to go home and listen to the ocean.

………………………………..

Hey, the star of the show moved from centre stage to his right, I can see him!! He looks like Santa Claus!!!. It is Christmas yet?
He has long white beard, long white hair and a hat. ………….Hermeto!!!!!
Well yes, I forgot that it was his concert that I came to “watch” and hear. My memory got lost between the fluffy expanded grey hair of this tall man sited in front of me.

Circus- A Dada Poem




If you scroll down, there is a post where there are instructions on how to write a dada poem. I was curious and did it. This is the result.
The compilation of random words was taken from an interview with Salman Rushdie about his latest book. But because I cut the article, the name of his new book and the person that wrote the article were lost into the dissection.

Circus

Last clown remains
Last sigh beneath her feet
Falling Indian born beauties
When peace share a common language

Myth blending with grace,
into magic realism

Piles of junk for the grace of a lost God
Rusting worn metals,
preaching resistance to time

Veil
Harbouring

Grinding paradise fallen in love with a supermodel
Preposterous kind in a modern world
Poorly plotted, splitting wood and sound

Tightrope walker,
cooking while trying to return full of phoney outrage

Monday, October 10, 2005

Wanting to be Interested

"Soap Opera" by Andrea Gabilondo. Photo , Teresa Couto

An audience may sit waiting for a performance to begin, wanting to be interested, persuading itself that it ought to be interested. It will only be irresistibly interested if the very first words, sounds or action of performance release deep within each spectator a first murmur related to hidden themes that gradually appear.

Peter Brook

Thursday, October 06, 2005

Arts

Picture by Armastaja

All arts are siblings
kindling one another,
jointly giving everlasting glow

Voltaire

Wednesday, October 05, 2005

Watching at a Tree



Picture by Armastaja

When I look at a tree

It gives me feelings of belonging
Being part of the vast Universe
Majesty, admiration, ancient security

Grandiose beauty
Its leaves already changing
Eternal maturity, cycle of life

I get closer
The perspective of its branches
Envelope me with a fatherly embrace
Far away, I can see the sky

Green multiple fingers moving with the wind
Designing shadows on the grass

Rough skin, hard and wrinkled
Like an elephant
Like a God of wisdom

Myth and life
Represented into a single tree

If I could stay under its shadow
If I could climb and sleep between its arms
If I could become a tree
And stay like that

Forever….

Tuesday, October 04, 2005

Image for a Choreography

Collage by Andrea for her next dance-theatre piece "Heaven"

Give me an image!!

We need an image!!!

Ok. I said

But…- I thought- it is still a couple of months before I begin to rehearse……so I can’t take pictures. Mhhhhhh…………………..I am not a visual artist………now what????

Ok. Gabi, I told myself, you will have to become an instant visual artist, let your intuition guide you....don't worry, make a collage, so this was the result for my next piece.

Mhhh...................I still can later take those pictures :-)

Sunday, October 02, 2005

Flashes of the Moon



Picture by Armastaja

Flashes of the Moon

Take the body of my lover,
No, the cheeks of my nights awake.
And spin a broad, rough
Roof against the sky

In the high tone, Your tingling arms
In the process of transformation,
Trail in the Shadow

Take flashes of the moon
And through all, your arm
To avoid every ireful will.
You throw of speech.
And swelling now
In concentration

Some dance to be understood.
Some dance the moment.

Not you, yet still to move
The unborn thought.
To make us understand.
Avoid the obvious.

Peel the gold of your reflection.
No. its careful constructed box.
And the taut fleshy
Bellies of an asset.

Untoss the pillows of your dream.
And step through the veil of beyond.

Sondra Fraleigh